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sexta-feira, 30 de abril de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

segunda-feira, 26 de abril de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

ÁGUAS DE MARÇO - As Melhores Interpretações

1º Elis Regina


2º Gal Costa e Daniel Jobim


3º Tom Jobim e Elis Regina


4º Daniela Mercury e Tom Jobim


5º Sandy

sábado, 24 de abril de 2010

CORCOVADO - As 5 Melhores Interpretações

1º Tom Jobim


2º Sandy


3º João Gilberto e Tom Jobim


4º Nara Leão


5º Gal Costa

sexta-feira, 23 de abril de 2010

FORÇA ESTRANHA - As 5 Melhores Interpretações

1º Carla Priscilla


2º Roberto Carlos


3º Caetano Veloso


4º Daniela Mercury


5º Gal Costa

quinta-feira, 22 de abril de 2010

COMO NOSSOS PAIS - As 5 Melhores Interpretações

1º Elis Regina


2º Vanessa Jackson


3º Belchior


4º Daniela Mercury


5º Thaís Fonseca

quarta-feira, 21 de abril de 2010

NEGUE - As 5 Melhores Interpretações

1º Shirley Carvalho


2º Patricia Camin


3º Maria Bethânia


4º Thalita Pertuzzatti


5º Gabriela Rocha

terça-feira, 20 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

AS ROSAS NÃO FALAM - As 5 Melhores Interpretações

1º Cartola


2º Ney Matogrosso e Raphael Rabello


3º Alcione e Waldemar Bastos


4º Diego Moraes


5º Beth Carvalho

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Patricia Camin

Divulgação do CD da Patricia




Cd Patrícia Camin

A Som Livre apresenta ao grande público a vencedora do concurso “A Voz da Profissão”, promovido pelo Domingão do Faustão: Patrícia Camin. Dona de um estilo próprio, uma voz marcante e um olhar penetrante, a cabeleireira, que nas horas vagas canta, ganhou como prêmio o direito de gravar um CD pela Som Livre ao vencer, no dia 28/7/2008, o concurso “A Voz da Profissão”. O quadro tinha como objetivo descobrir novos talentos através da disputa entre pessoas que não trabalhavam diretamente com música. Embora fosse cabeleireira, o talento de Patrícia Camin como cantora já havia sido reconhecido por outros programas de auditório, como no “Programa Raul Gil”, onde foi convidada a gravar uma faixa no CD “Usina de Talentos”, e no “Melhor do Brasil”, onde permaneceu invicta por 10 semanas e ganhou o título de “Melhor Cantora do Brasil”. O disco de 11 faixas, todas elas belíssimas releituras de canções de sucesso, é a chance de Patrícia Camin se consolidar como cantora. Confira mais esse novo talento descoberto pelo Domingão do Faustão!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Erika Rodrigues








A cantora Erika Rodrigues nasceu em Diadema, na região do ABC, e vive lá até hoje. Desde pequena, sua paixão sempre foi cantar. Seu pai trabalhava como uma espécie de empresário que vendia shows sertanejos; e ela costumava cantar em uma igreja católica próxima de sua casa. Além disso, a influência da música mineira também falou alto por meio de suas viagens com a família à cidade de Ipanema, no interior de Minas Gerais. Em 2001, participou de um concurso musical em um shopping de Diadema. Era o início de sua vida nos palcos. Pouco tempo depois, ela despontaria no cenário nacional, ao participar do Programa Raul Gil, antigamente da TV Record.

“A música é uma coisa que estava naturalmente presente na minha vida. Ia muito para Minas Gerais e ouvia muita moda de viola”, afirmou. As influências remetem também à música negra, estilo musical que sempre admirou, e à cantora Elis Regina.

Dessa junção, Erika formou seu repertório: músicas românticas e, segundo ela, cheias de emoção. Depois de sua participação no programa Raul Gil, ela gravou o disco “Perdida de amor”, com três canções suas. Na época, o CD vendeu, em três dias, pelo menos 22 mil cópias.

Ainda este ano, a cantora lança seu segundo CD, que, segundo ela, tem mais a ver com seus gostos, desde os arranjos musicais à escolha do repertório.

A música romântica, aliás, dá o tom de suas apresentações. Nelas, canta Roberto Carlos, Elis Regina, Whitney Houston, Zezé di Camargo e Luciano, entre outros. “Gosto de cantar coisas que toquem o coração, que mexam com o meu sentimento e, consequentemente, com o das pessoas”, conta a moça.

Erika diz que, em relação à cultura, a cidade de Diadema, assim como todas as cidades do Brasil, precisa de mais. “Nunca é o suficiente em termos de cultura, de apoio à classe mais pobre. Eu acho que falta apoio em Diadema. Eu moro lá e vejo isso. Vejo que uma praça ou um centro comunitário ajuda as pessoas a procurar novos caminhos.” E completa: “Onde existem essas coisas e elas funcionam, você percebe que o bairro é mais educado. As pessoas são mais gentis. Onde não há, as pessoas se perdem muito”.

Além da música, a cantora se enveredou também pelo teatro. No momento, está na peça “Emoções que o tempo não apaga – uma crónica musical”, em cartaz no Maksoud Plaza. “Procurei o teatro para melhorar minha timidez”, diz.

No dia-a-dia, Erika se define bastante brincalhona, embora ainda conserve certa timidez – que ela jura nunca ter a atrapalhado. Gosta de estar com os amigos, ir ao cinema e acessar a internet – o site de vídeos “You Tube”, para ser mais exacto. Solteira, diz ainda que quer se apaixonar. “Quero casar e ter filhos”, conta.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

terça-feira, 28 de julho de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Ricky Vallen

Fé Brasileira/ Brasil


Sonhos De Um Palhaço


DIA DE FORMATURA

segunda-feira, 30 de março de 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

Gabriela

Gabriela foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida de 14 de abril a 24 de outubro de 1975 às 22h. Escrita por Walter George Durst, adaptando o romance Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, e dirigida por Walter Avancini, com 132 capítulos. Abordava a seca nordestina, e a pacata cidade litorânea de Ilhéus, dos anos 20. A novela retratava a vida de Gabriela, simples moça do sertão baiano que fora para Ilhéus para fugir da seca nordestina. Era uma moça sofrida, porém muito alegre. Ela seduzia os homens e deixava eles loucos. A novela mostrava o amor de Gabriela com um estrangeiro que não aceitava seu comportamento, ora ingênuo, ora loucamente sensual. Gabriela era uma cabocla (filha de índia com branco) brigona e ousada, que andava descalça e com vestidos extremamente curtos, e muito trabalhadeira. O título Cravo e Canela provém de que a cor de sua pele era como a do cravo, bem morena e bonita, e seus cabelos negros e sedosos, com um doce e suave cheiro de canela.



Elenco

* Sônia Braga - Gabriela
* Armando Bogus - Nacib
* Paulo Gracindo - Coronel Ramiro Bastos
* José Wilker - Mundinho Falcão
* Nívea Maria - Jerusa Bastos
* Gilberto Martinho - Coronel Melk Tavares
* Ary Fontoura - Doutor Pelópidas Clóvis Costa
* Eloísa Mafalda - Maria Machadão
* Jayme Barcellos - Ezequiel Prado
* Fúlvio Stefanini - Tonico Bastos
* Marcos Paulo - Eng. Rômulo Vieira
* Elizabeth Savalla - Malvina Tavares
* Ana Ariel - Idalina Tavares
* Hemílcio Fróes - Alfredo Bastos
* Sônia Oiticica - Sílvia Bastos
* Ângela Leal - Olga Bastos
* Marco Nanini - Professor Josué
* Ana Maria Magalhães - Glória
* Francisco Dantas - Coronel Jesuíno Mendonça
* Maria Fernanda - Dona Sinhazinha Guedes Mendonça
* João Paulo Adour - Osmundo Pimentel
* Rubens de Falco - Pimentel
* Hugo Carvana - Argileu Palmeira
* Stênio Garcia - Felismino
* Milton Gonçalves - Filó
* Paulo César Pereio - Príncipe
* Neila Tavares - Anabela
* Thelma Reston - Arminda
* Maria Lúcia Dahl - Jandaia
* Natália do Valle - Aurora
* Roberto Bonfim - Chico Chicão
* Clementino Kelé - Fagundes
* Cosme dos Santos - Tuísca
* Germano Filho - Silva
* Alciro Cunha - Coronel Aristóteles Pires
* Castro Gonzaga - Coronel Amâncio Leal
* Monah Delacy - Dona Deusolina Leal (Dadá)
* Mário Gomes - Berto Leal
* Jorge Cherques - Padre Basílio
* Luiz Orioni - João Fulgêncio
* Dina Sfat - Zarolha

Abertura da Novela


Trilha Sonora da Novela

1. Coração Ateu - Maria Bethânia (tema de Jerusa e Mundinho Falcão)
2. Guitarra Baiana - Moraes Moreira (tema de locação)
3. Alegre Menina - Djavan (tema de Gabriela e Nacib)
4. Quero Ver Subir, Quero Ver Descer - Wálter Queiróz (tema do Dr. Maurício)
5. Horas - Quarteto Em Cy (tema do Professor Josué)
6. São Jorge dos Ilhéus - Alceu Valença (tema do Coronel Ramiro Bastos)
7. Modinha Para Gabriela - Gal Costa (tema de abertura)
8. Filho da Bahia - Fafá de Belém (tema de Glorinha)
9. Caravana - Geraldo Azevedo (tema de Mundinho Falcão)
10. Porto - MPB4 (tema geral)
11. Retirada - Elomar (tema dos retirantes)
12. Doces Olheiras - João Bosco (tema de Tonico Bastos)
13. Adeus - Walker



Algumas Cenas

*Gabriela se esforça para ser aceita como empregada de Nacib


*Cena Antológica da Pipa

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Ney Matogrosso

Ney Matogrosso teve o justo privilégio de abrir o primeiro Rock in Rio.

Ney Matogrosso, nome artístico de Ney de Sousa Pereira, (Bela Vista, 1º de agosto de 1941) é um cantor brasileiro, ex-integrante da Secos & Molhados.
O nome Ney Matogrosso foi adotado pelo cantor somente em 1971, ao ir para São Paulo. Desde cedo demonstrou vocação artística: cantava, pintava, interpretava. Teve a infância e a adolescência marcadas pela solidão, até completar dezessete anos, quando deixou a casa da família para entrar na Aeronáutica, Ney ainda não fazia idéia do que faria na vida. Gostava de teatro e cantava esporadicamente, mas acabou indo trabalhar no laboratório de anatomia patológica do Hospital de Base de Brasília, a convite do primo.
Tempos depois foi convidado para participar de um festival universitário e chegou a formar um quarteto vocal, sob protestos da professora de canto e apesar do regente do coral do qual fazia parte elogiar sua voz especial, depois do festival, fez de tudo um pouco, até atuou em um programa de televisão. Também concentrou suas atenções no teatro, decidido a ser ator. Atrás deste sonho, ele desembarcou no Rio de Janeiro em 1966, onde passou a viver da confecção e venda de peças de artesanato em couro. Ney adotou completamente a filosofia de vida hippie.
Neste período, viveu entre o Rio, São Paulo e Brasília, até conhecer João Ricardo; João procurava um cantor de voz aguda para um conjunto musical e convidou Ney para ser o cantor do grupo Secos & Molhados.
Saiu dos Secos & Molhados no ano seguinte, após o grande estrondo que a banda causou no país inteiro. Em 1975 lançou seu primeiro disco solo, chamado "Água do Céu-Pássaro". O disco vinha numa capa de papelão cru, com Ney Matogrosso pintado, vestido com pêlos de macaco, chifres, pulseiras de dentes de boi. Foi considerado extravagante demais e passou despercebido pelo público. Em 1976, veio o reconhecimento com o disco "Bandido". A canção "Bandido Corazón", composta por Rita Lee tornou-se um grande sucesso na voz de Ney. Ainda nessa época, Ney escandalizava o Brasil.
Ney terminou a década de 70 e começou a de 80 totalmente transgressor, sendo ameaçado várias vezes pelo regime militar. Nesse período, Ney lançou alguns de seus maiores sucessos: "Homem com H", "Calúnias", "Bandoleiro", "Espinha de bacalhau" (com Gal Costa), "Retrato Marron", "Seu tipo", "Por debaixo dos panos", entre outros.
É considerado um dos principais percussores da androginia enquanto estética de arte, desenvolvida inicialmente com a Tropicália. Apresentando coreografias erotizantes e expondo sua masculinidade como um contraponto à ousadia nos tempos de chumbo, Ney acaba por influenciar toda uma geração de artistas. Também é coreógrafo, iluminador e dançarino, atuando como diretor geral de seus espetáculos musicais.
É em 1987 que Ney Matogrosso entra em uma nova fase: com o LP "Pescador de Pérolas", ele mostra uma faceta mais segura. Abandona as maquiagens, veste um terno e atrai um novo público para si. A partir daí, Ney consagrou-se como um dos melhores intérpretes da MPB e também o mais versátil. Durante a década de 90 tocou com Raphael Rabello, gravou um CD com canções de Ângela Maria, gravou um CD só com canções de Chico Buarque (o elogiadíssimo CD "Um Brasileiro), gravou Cartola, e fez uma coletânea de sambas dos anos vinte e trinta.
Em 2004 voltou aos meios de comunicação com o projeto "Vagabundo", em que canta com o grupo carioca "Pedro Luís e a Parede"
A grande marca de Ney é seu vocal agudo e suas interpretações marcantes, além do forte apelo à sensualidade em cena.
Ney mantém no estado do Rio de Janeiro uma área de preservação ambiental para micos-leões-dourados, espécie ameaçada de extinção.

Abertura do Rock in Rio - 1985


Pro Dia Nascer Feliz


América do Sul


Pois É

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

As Melhores Músicas de CHIQUINHA GONZAGA II

Canção do Maestro, de Chiquinha Gonzaga:

Voz: Zeca Baleiro
Piano: Maria Teresa Madeira

As Pombas, de Chiquinha Gonzaga:

Voz: Zezé Gonzaga
Piano: Maria Teresa Madeira

Bionne, de Chiquinha Gonzaga:

Violino: Marcus Viana
Piano: Maria Teresa Madeira

Gaúcho (Corta-Jaca), de Chiquinha Gonzaga:

Violino: Marcus Viana
Piano: Maria Teresa Madeira

Lua Branca, de Chiquinha Gonzaga:

Voz: Daniel
Piano: Clara Sverner

Oh Mon Etoile, de Chiquinha Gonzaga:

Voz: Selma Reis
Piano: Leandro Braga

Namorados da Lua, de Chiquinha Gonzaga:

Voz: Milton Nascimento
Piano: Leandro Braga