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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Vera Fischer

Vera Fischer nasceu em Blumenau, Santa Catarina, em 27 de novembro de 1951.

Filha de descendentes alemães, Vera Fischer explodiu no cenário brasileiro ao vencer o concurso de Miss Brasil em 1969, ainda menor de 18 anos, e ficar entre as 15 finalistas do Miss Universo. O título lhe abre as portas da TV e ela torna-se conhecida do grande público televisivo como jurada do programa Flávio Cavalcante.

Vera Fischer estréia no cinema em 1972, no filme ‘Sinal Vermelho – As Fêmeas’, de Fauzi Mansur. Sucesso nacional, a atriz torna-se musa das pronochanchadas – onde brilha em seis filmes - símbolo sexual e uma das mulheres mais desejadas do Brasil.

Em 1977, chega às novelas, em ‘Espelho Mágico’, na Globo, emissora em que se mantém até hoje como uma de suas principais estrelas.

Os anos 80 serão fundamentais para a carreira de Vera Fischer, período em que investe na sua formação de actriz, actua no teatro e participa de filmes que não explorem apenas seus atributos físicos. Depois de ‘Perdoa-me por me Traíres’, de Braz Chediak, explode outra vez nas telas em 1981, em ‘Eu te Amo’, de Arnaldo Jabor, filme que reúne duas deusas no elenco: Vera e Sónia Braga. No ano seguinte, Vera Fischer integra a galeria de Walter Hugo Khouri, em ‘Amor Estranho Amor’, e se torna uma de suas musas actuando também em ‘Amor Voraz’ e ‘Forever’. Em 1997, se empenha para interpretar Neusa Suely, a personagem de Plínio Marcos de ‘Navalha na Carne’, em nova adaptação cinematográfica, dessa vez dirigida por Neville d’Almeida.

Vera Fischer actuou nos filmes:

- ‘Sinal Vermelho – As Fêmeas’ (1972), de Fauzi Mansur;
- ‘A Super Fêmea’ (1973), de Aníbal Massaini Neto;
- ‘Anjo Loiro’ (1973), de Alfredo Sternheim;
- ‘Macho e Fêmea’ (1974), de Ody Fraga;
- ‘Essa Gostosa Brincadeira a Dois’ (1974), de Victor di Mello;
- ‘As Delícias da Vida’ (1974), de Maurício Rittner;
- ‘Intimidade’ (1975), de Michael Sarne e Perry Salles;
- ‘Perdoa-me por me Traíres’ (1980), de Braz Chediak;
- Eu Te Amo’ (1981), de Arnaldo Jabor;
- ‘Bonitinha mas Ordinária’ (1981), de Braz Chediak;
- ‘Amor Estranho Amor’ (1982), de Walter Hugo Khouri;
- ‘Dora Doralina’ (1982), de Perry Salles;
- ‘Quilombo’ (1984), de Carlos Diegues;
- ‘Amor Voraz’ (1984), de Walter Hugo Khouri;
- ‘Doida Demais’ (1989), de Sérgio Rezende;
- ‘Forever’ (1991), de Walter Hugo Khouri;
- ‘Navalha na Carne’ (1997), de Neville d’Almeida;
- ‘Xuxa e os Duendes 2 – No Caminho das Fadas’ (2002), de Rogério Gomes e Paulo Sérgio Almeida.

Na TV, teve destaque nas novelas "Mandala", "Laços de Família", "Agora é que são elas", "Senhora do Destino" e "América".

Participou também das minisséries "Desejo", "Riacho Doce", "Agosto" e "Amazônia - De Galvez a Chico Mendes".

No teatro, atuou em "Porcelana Fina" (2006); "A Primeira Noite de Um Homem" (2004); "Gata em Teto de Zinco Quente" (1998); Desejo (1991); "Macbeth" e "Negócios de Estado".

Foi casada com os actores Perry Salles, com quem tem a filha Rafaela, e Felipe Camargo, com quem tem o filho Gabriel.

Em 2008, faz uma participação na novela "Duas Caras", da Rede Globo.

Vera Fisher, em 2009, participa da novela "Caminhos da Índia".





quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Fúlvio Stefanini

Fulvio Stefanini (São Paulo, 12 de outubro de 1939) é um ator brasileiro, filho de italianos (Oreste e Agnese Stefanini). O ator tem dois irmãos: Fábio e Arnaldo, e é casado com Vera, desde 1968, mãe dos seus dois filhos: Fúlvio Filho e Leonardo Stefanini.






Seus irmãos, Arnaldo e Fabio, foram sempre ligados aos estudos, mas Fulvio, bem cedo sentiu forte inclinação para o teatro e procurou então, cursar o E.A.D. escola que se dedicava a formar atores. Mas, antes mesmo de concluir esse curso, resolveu procurar o doutor Julio Gouveia, que era o diretor do TESP - Teatro Escola de São Paulo. Começou, então, a ganhar papéis tanto no teatro, quando na TV Tupi de São Paulo, onde o TESP era responsável pelo "Teatro da Juventude" e do "Sitio do Pica-Pau Amarelo". A produção de Julio Gouveia e sua esposa, Tatiana Belinky, era independente, mas contínua. E Fluvio entrava em muitos programas.
Era um garoto alto, loiro e muito bonito. Isso até ajudou no início de sua carreira.

Começou a trabalhar com Berta Zemel, com Sergio Cardoso, até que assinou contrato com a TV Excelsior de São Paulo, que foi considerada o "divisor de águas", entre a televisão antiga e a moderna. Ali fez: "A outra face de Anita", "Melodia Fatal", "A Indomável", "Minas de Prata", onde fazia par romântico com Regina Duarte. Logo, Fulvio foi convidado para participar do elenco da TV Globo, mas, para cumprir o seu contrato, preferiu ficar em São Paulo. Meses depois passou para a TV Record, onde, sob a direção de Dionísio Azevedo, fez "As pupilas do Senhor Reitor", "A última testemunha", "Os deuses estão mortos", e outras.

Mas acabou sendo novamente convidado pela TV Globo e ali participou de várias novelas de sucesso, como: "Fogo sobre terra", "Gabriela", "Carinhoso", "Porto dos Milagres", "Chocolate com Pimenta", "Alma Gêmea" e, em 2006, "Pé na Jaca".

Embora sendo então um ator intensamente dedicado à televisão, Fulvio Stefanini sempre participou de grandes peças teatrais. Ele começou numa peça infantil, em que fazia papel de tartaruga. A peça era "Kurashima Taro". Depois fez grandes espetáculos, como: "Oração para uma negra", "Soldado Tanaka", "A Raposa e as Uvas", "As feiticeiras de Salem", "Quem tem medo de Virginia Woof", dentre outras.
O grande sucesso aconteceu quando Fulvio Stefanini fez parceria com Juca de Oliveira e eles montaram, para o teatro, as peças de Juca : "Meno Male" e "Caixa 2". Com uma graça satírica bem brasileira, com o texto de Juca e as interpretações maravilhosas dos atores, os espetáculos ficaram em cartaz vários anos.

Fulvio ganhou o Prêmio Shell de melhor ator em 1999, com o "Caixa 2".

É casado, pai de dois filhos.

Em 2007, faz uma participação especial na novela "Duas Caras", da TV Globo e participa do programa especial de fim de ano da Rede Globo, "Didi e o Segredo da Princesa Lili".


Fúlvio Stefanini, em 2008, participa do seriado "Casos e Acasos", da Rede Globo.

Em 2009, Fúlvio Stefanini está no elenco da novela "Caras e Bocas", da Rede Globo.


Telenovelas, minisséries e séries

* 2009 - Caras e Bocas - Frederico
* 2008 - Xuxa e as Noviças - Frei Caneco
* 2008 - Casos e Acasos - Olavo
* 2008 - Casos e Acasos - Dr. Camilo
* 2008 - Casos e Acasos - episódio "O ex, a promoção e o vizinho" - Dr. Fontenelle
* 2008 - Casos e Acasos - episódio O Encontro, o Assédio e o Convite - Dr. Teixeira (Rede Globo)
* 2007 - O Segredo da Princesa Lili - Arthur (Rede Globo)
* 2007 - Duas Caras - Waldemar Nascimento (Rede Globo)
* 2006 - Pé na Jaca - Último Botelho Bulhões (Rede Globo)
* 2005 - Alma Gémea - Osvaldo (Rede Globo)
* 2003 - Chocolate com Pimenta - Prefeito Vivaldo Albuquerque (Rede Globo)
* 2001 - Porto dos Milagres - Osvaldo Assunção (Rede Globo)
* 1999 - Suave Veneno - Marcelo Barone (Rede Globo)
* 1998 - Estrela de Fogo - Gustavo (Rede Record)
* 1996 - Razão de Viver - delegado Renato (SBT)
* 1994 - Pátria Minha - Rafael Novaes (Rede Globo)
* 1990 - Brasileiras e Brasileiros - Ângelo (SBT)
* 1985 - Um Sonho a Mais - Orlando Aranha (Rede Globo)
* 1983 - Eu Prometo - João Carlos "Joca" de Sá (Rede Globo)
* 1982 - Campeão - Charles Spencer (Rede Bandeirantes)
* 1982 - Iaiá Garcia - Luís Garcia (TV Cultura)
* 1982 - O Tronco do Ipê - Barão (TV Cultura)
* 1982 - Renúncia - Cirilo Davemport (Rede Bandeirantes)
* 1981 - Os Imigrantes - Amadeu (Rede Bandeirantes)
* 1980 - Cavalo Amarelo - Teo (Rede Bandeirantes)
* 1979 - O Todo-Poderoso - Marcelo (Rede Bandeirantes)
* 1979 - Cara a Cara - Dudu (Rede Bandeirantes)
* 1978 - Roda de Fogo - Edmundo (TV Tupi)
* 1976 - Planeta dos Homens - participação especial (Rede Globo)
* 1975 - Gabriela - Tonico Bastos (Rede Globo)
* 1974 - Fogo sobre Terra - Gustavo de Almeida (Rede Globo)
* 1973 - Carinhoso - Sérgio (Rede Globo)
* 1973 - Cavalo de Aço - Agente federal (Rede Globo)
* 1972 - Bel-Amy - Manoel Carlos (Rede Tupi)
* 1971 - Quarenta Anos Depois - Leonardo (Rede Record)
* 1971 - Os Deuses Estão Mortos - Leonardo (Rede Record)
* 1970 - As Pupilas do Senhor Reitor - Pedro das Dornas (Rede Record)
* 1969 - Algemas de Ouro - Moacir (Rede Record)
* 1968 - A Última Testemunha - Geraldo (Rede Record)
* 1967 - As Minas de Prata - Estácio (TV Excelsior)
* 1965 - A Grande Viagem - Sérgio (TV Excelsior)
* 1965 - Em Busca da Felicidade - Salvador (TV Excelsior)
* 1965 - A Indomável - Alberto (TV Excelsior)
* 1964 - A Outra Face de Anita - dr. Artur (TV Excelsior)
* 1964 - Melodia Fatal - Leandro (TV Excelsior)
* O Vigilante Rodoviário (Rede Tupi)
o 1962 - O Repórter - Playboy
o 1961 - Zuni, o Potrinho
* TV de Comédia (Rede Tupi)
o 1958 - Era Uma Vez Um Vagabundo
o 1957 - Seu Genaro
* TV de Vanguarda (Rede Tupi)
o 1957 - Tensão em Shangay
o 1957 - Volta Mocidade
o 1957 - Pacto Sinistro
o 1956 - O Renegado


Filmografia

* Caixa Dois (2007)
* Eliana e o Segredo dos Golfinhos (2005)
* Pelé Eterno (2004)
* Quincas Borba (1987)
* Retrato Falado de uma Mulher Sem Pudor (1982)
* O Bem Dotado - O Homem de Itu (1978)
* Absolutamente Certo (1957)


Prémios

* Venceu no Prémio APCA/2005 na categoria melhor actor de televisão pela sua interpretação a novela Alma Gémea.



Em "Gabriela", como Tonico Bastos:


Cena da novela Gabriela (1975), adaptada por Walter George Durst, do romance de Jorge Amado, e dirigida por Walter Avancini.

O Bataclan, o prostibulo da ilha de Ilheus, comandado por Maria Machadão (a grande Eloisa Mafalda), era o ponto de encontro dos homens da cidade, onde a politica e amores eram discutidos e planejados. Dina Sfat, interpretou magistralmente Zarolha, uma prostituta amiga de Nacib (Armando Bogus), mas sua praticipação na novela foi curta, e ela logo sai da historia.

Tonico Bastos (Fulvio Stefanini) era um grande mulherengo e ativo visitante do Bataclan. Mais tarde ele vai ter um caso com Gabriela (Sonia Braga) o que leva a separação desta com Nacib. Fulvio Stefanini brilhou com sua interpretação comica, seu sucesso foi tão grande que apos a novela, ele continuo essa interpretação com um personagem parecido no programa humoristico "O Planeta dos Homens".

Natalia do Valle estreiava na televisão interpretando a prostituta Orora.




Em "Chocolate com Pimenta", como Vivaldo:


Jesebel (Elizabeth Savalla)quer se casar com Vivaldo (Fulvio stefanini) mas Aninha (Mariana Ximenes) quer impedir o casamento com a ajuda de Niguel (Caco Ciocler) e o Crispim (Jorge Fernando) trazendo Barbara (Lília Cabral) careca.

No filme "Caixa Dois", como Luís Fernando:

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Susana Vieira


Sônia Maria Vieira Gonçalves, mais conhecida como Susana Vieira (São Paulo, 23 de agosto de 1942), é uma actriz brasileira.







Biografia

O pai de Susana, Mario Vieira Gonçalves, era militar e foi adido militar na embaixada do Brasil em Buenos Aires, a mãe, Maria da Conceição Gonçalves, trabalhava no consulado, daí adveio o casamento e o nascimento dos filhos. Susana, batizada como Sônia Maria Vieira Gonçalves, nasceu na Maternidade São Paulo, na capital paulista. Além de Susana, o casal teve mais quatro filhos: Sérgio Ricardo Vieira Gonçalves, Sérvulo Augusto Vieira Gonçalves, a também atriz Susana Vieira Gonçalves e Sandra Vieira Gonçalves.

Como acontece com famílias de diplomatas, Susana viveu em vários países e teve uma educação esmerada, tendo aprendido vários idiomas. Sua primeira infância foi entre Montevidéu, Buenos Aires e Londres. Foi em Buenos Aires que ela estudou balé, apresentando-se várias vezes no Teatro Colón, o melhor teatro daquela cidade. E foi ainda através da dança que, já no Brasil, apareceu num programa da TV Tupi de São Paulo, em 1960. Ganhando cachê e ser ser contratada, começou a participar de vários "TV de Vanguarda" e "TV de Comédia".

Em 1961, Suzana casou-se com o diretor Régis Cardoso. Em 1963, logo depois de ter se formado em balé clássico pelo Teatro Municipal de São Paulo, passou a fazer parte do corpo de baile da TV Tupi, dançando nos programas durante a apresentação de cantores. Foi lá que o diretor Cassiano Gabus Mendes a viu e, achando-a bonita, começou a coloca-la no elenco de teleteatros e telenovelas. Por pressão do marido interrompeu a carreira artística para ser dona-de-casa, mas, depois que nasceu seu único filho em 1964, voltou ao trabalho. Em 1966, atuou em três novelas na TV Exelsior: Almas de Pedra, As Minas de Prata (ambas do diretor Walter Avancini) e Ninguém Crê em Mim. Em 1967, já na TV Tupi atuou em Estrelas no Chão. De 1968 a 1969, atuou em várias novelas da TV Tupi, TV Record e TV Excelsior. Em 1970, Suzana foi contratada pela Rede Globo.

Em 1972, Susana divorciou-se de Régis Cardoso. No ano de 1975, ganhou o seu primeiro troféu APCA como melhor atriz pela atuação na telenovela O Espigão. O segundo troféu veio no ano seguinte pela atuação em A Escalada. Foi somente em 1976 que Susana Vieira fez seu primeiro papel como protagonista de telenovela, na novela Anjo Mau. Nesta novela, Susana fez muito sucesso no papel de Nice, uma moça ambiciosa que não media esforços para conseguir o que queria, por conta das maldades de sua personagem chegou até a ser agredida na rua. A implicância com a personagem era tanta que o público fez até um abaixo assinado para que ela morresse no final da novela e o autor, Cassiano Gabus Mendes, decretou sua morte no último capítulo. Depois de Nice, Suzana se destacou no papel da protagonista da telenovela A Sucessora de 1978 como a insegura Marina Steen. Em 1981, posou nua para a extinta revista Status Plus. Em 1983 aceitou o convite para atuar numa telenovela mexicana, Profesión: Señora. A oportunidade surgiu com o sucesso na América Latina de A Sucessora. Em 1985 posou para Playboy, porém não foi, apareceu nua apenas nas páginas interiores da revista.

Seu terceiro papel como protagonista foi em 1987, no papel de Marta em Bambolê. Depois disso só foi protagonista em 1995 na novela A Próxima Vítima no papel de Ana Carvalho Rossi, a novela fez grande sucesso pelo suspense ao revelar o nome do assassino de vários personagens no último capítulo, e Senhora do Destino, de Aguinaldo Silva onde interpretou a batalhadora Maria do Carmo.


Recebeu, em 2002, uma homenagem especial durante a entrega do Prêmio Austragésilo de Athayde, oferecido pela Academia Brasileira de Letras. No mesmo ano participou do CD do cantor Alexandre Pires, Minha vida, minha música, em que Susana narra a faixa de abertura.

Em 2006, participou do quadro Dança no Gelo, do Domingão do Faustão, sendo a segunda a deixar o programa, em 27 de Agosto de 2006, após muita uma discussão polêmica com jurados do programa .