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sexta-feira, 30 de abril de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Carmen Miranda









Vídeo dedicado ao centenário de Carmen Miranda em 2009. Elis Regina canta o enredo composto para o desfile da Escola de Samba Império Serrano em 1972. A escola foi a vencedora daquele ano.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Vanessa Jackson

Como os Nossos Pais


Jeito de Amar com Shirley Carvalho


And I´m telling you


Listen

domingo, 18 de abril de 2010

Erika Rodrigues

My all



Didn't we almost have it all


Retratos e Canções

sábado, 17 de abril de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Eva Wilma - Mulheres de Areia

Mulheres de Areia é o título de uma das obras de Ivani Ribeiro, telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Tupi e exibida de março de 1973 a fevereiro de 1974, com direção de Edson Braga e supervisão de Carlos Zara.

O título vem das esculturas de areia da praia de rostos femininos feito pelo personagem Tonho da Lua. O autor real era Serafim Gonzalez, um dos atores do elenco e que repetiria esses trabalhos no remake feito anos depois:

Em 1993, a Rede Globo produziu um remake da novela, também escrita por Ivani, com a colaboração de Solange Castro Neves.







Trama

O jovem Marcos Assunção está de volta à cidade litorânea de Pontal D'Areia para auxiliar nos negócios da família. O rapaz conhece e se apaixona pela doce Ruth, filha de pobres pescadores, mas acaba envolvido por Rachel, a irmã gêmea de Ruth. As irmãs são gêmeas idênticas, mas de personalidades opostas. Enquanto Ruth ama de verdade Marcos, Rachel ambiciona sua posição e fortuna, e mantem o seu relacionamento amoroso com Wanderley, um mau-caráter. Quem percebe tudo isso é o doente mental Tonho da Lua, famoso por esculpir mulheres nas areias da praia, o protegido de Ruth, e que sofre com a perseguição e maldades de Rachel.

Mas Rachel tem que enfrentar Virgílio Assunção, o pai de Marcos, que não aceita o namoro. Virgílo é o homem prepotente que enfrenta problemas dentro de sua casa. Malu, a filha rebelde, o culpa pela morte do noivo, e vive a provocá-lo. Até que a moça conhece o vaqueiro Alaôr, um homem rude, e muda o seu alvo. Alaôr tenta a todo custo domar as impetuosidades de Malu.

Enquanto isso, Ruth sofre calada com o casamento da irmã Rachel, mesmo sabendo que ela está com Marcos só por interesse. A história tem uma reviravolta quando Rachel é dada como morta e Ruth assume a sua personalidade, para ficar ao lado do homem que ama. Mas Rachel não morreu, e planeja a sua volta e a vingança contra a irmã que tomou o seu lugar e todos que estivessem no seu caminho.

Elenco

* Eva Wilma - Ruth e Raquel
* Carlos Zara - Marcos Assunção
* Gianfrancesco Guarnieri - Tonho da Lua
* Cláudio Corrêa e Castro - Virgílio Assunção
* Cleyde Yáconis - Clarita Assunção
* Maria Isabel de Lizandra - Malu Assunção
* Antônio Fagundes - Alaor
* Sílvio Rocha - Floriano
* Lucy Meirelles - Isaura Araújo
* Ivan Mesquita - Donato
* Newton Prado - Sampaio
* Carminha Brandão - Baby
* Edgard Franco - Wanderley
* Analu Graci - Glorinha
* Serafim Gonzalez - Alemão
* Maria Estela - Arlete Assunção
* Rolando Boldrin - Dr. César
* Márcia Maria - Andréa Sampaio
* Lisa Vieira - Carola Sampaio
* Umberto Magnani - Zé Luís
* Paulo Guarnieri - Tonho da Lua (criança)
* Abrahão Farc - Marujo
* Thereza Santos - Vilma
* Raimundo Batista - Servílio
* Carlos Nunes - Tito
* Paulo Villa - Isidoro

Curiosidades

*Mulheres de areia foi um dos maiores sucessos da TV Tupi e da televisão brasileira na fase preto-e-branco. O público se fascinava com as cenas nas quais as irmãs gêmeas contracenavam.

*Um grande trabalho interpretativo de Eva Wilma vivendo as gêmeas Ruth e Raquel. A atriz recebeu vários prêmios como a melhor do ano por este trabalho.

*Hoje, restam poucos capítulos da novela. Sobrou em torno de 10 capitulos, que se encontram na Cinemateca Brasileira.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Vera Fischer

Vera Lúcia Fischer (Blumenau, 27 de novembro de 1951) é uma atriz brasileira.

Uma das mais famosas actrizes do país, Vera foi Miss Brasil no ano de 1969, título que lhe deu projeção nacional.

Biografia

Vera Fischer nasceu em uma família de origem alemã, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, Santa Catarina. Em recente autobiografia, Fischer declarou que seu pai era nazista. Vera nunca teve uma boa relação com o pai.[1]

Ainda menor de 18 anos, ganhou projecção nacional quando foi Miss Brasil, em 1969, ela também ficou entre as 15 finalistas do Miss Universo.

Iniciou a carreira como actriz fazendo pornochanchadas, depois passou a fazer telenovelas e outros filmes. No cinema, interpretou personagens de Rubem Fonseca, Plínio Marcos e Nelson Rodrigues.

A beleza física da actriz é um dos seus atractivos. Sendo assim posou nua para a revista Playboy em agosto de 1982 e janeiro de 2000, sendo que nesse último ensaio fez fotos nua em Paris aos 48 anos clicada pelo renomado fotógrafo Bob Wolfenson.

Ao longo de sua carreira, tornou-se uma personalidade polêmica, devido principalmente ao seu conturbado relacionamento com o ator Felipe Camargo (iniciado nos bastidores da novela Mandala, em 1987, quando ainda era casada com Perry Salles), às notórias e violentas brigas com o mesmo, além de seu envolvimento com drogas.

É mãe de dois filhos Rafaela (nascida em 1979) com Perry Salles e Gabriel (nascido em 1993) com Felipe Camargo.

Em 1º de setembro de 1993, aos 41 anos, foi capa da Revista Veja - com a chamada de capa O Furacão Loiro aos 40 - sobre o grande momento que vivia em sua carreira profissional na minissérie Agosto, na peça Desejo, de Eugene O'Neill e em Forever, filme sexo-cabeça de Walter Hugo Khouri.

Em 2000, ganhou o prêmio Melhores do Ano - Domingão do Faustão, na categoria Melhor Atriz, por sua atuação como a protagonista Helena, na novela Laços de Família, de Manoel Carlos.

Foi indicada quatro vezes ao Troféu Imprensa, na categoria Melhor Atriz como: Luísa Sampaio em Brilhante em 1981, Jocasta Silveira em Mandala em 1987, Helena em Laços de Família em 2000 e Ivete em O Clone em 2001.




quinta-feira, 8 de abril de 2010

Rita Lee

Flagra


Pagu, com Zélia Ducan


Com Gilberto Gil

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Sandra de Sá

Retratos e Canções


Não Vá


Tente Outra Vez

segunda-feira, 29 de março de 2010

Maysa

Maysa cantando "Ouça", de sua autoria, em cena do filme "O Camelô da Rua Larga", produção de 1958, dirigida por Eurides Ramos.


Maysa canta na TV Japonesa em 1960, o clássico de Luiz Bonfá & Antônio Maria.


Maysa & Rildo Hora interpretam "Último Desejo", clássico de Noel Rosa para um especial sobre o sambista na TV Globo em 1975

sábado, 27 de março de 2010

Shirley Carvalho

Com Rafael Bernardo, Caso Você


Um Amor Puro


Medley Whitney Houston

quinta-feira, 25 de março de 2010

Dalva de Oliveira

Vicentina de Paula Oliveira, conhecida como Dalva de Oliveira, (Rio Claro, 5 de maio de 1917 — Rio de Janeiro, 30 de agosto de 1972) foi uma cantora brasileira.

Biografia

Filha de um carpinteiro e clarinetista nas horas vagas, o Mário Carioca, e da portuguesa Alice Oliveira, Dalva nasceu em 5 de maio de 1917 na cidade de Rio Claro, São Paulo. Em 1935, no Cine Pátria, Dalva conheceu Herivelto Martins que que formava ao lado de Francisco Sena o dueto Preto e Branco; foi terminado o dueto e nascia o Trio de Ouro. Iniciaram um namoro e, no ano seguinte, iniciaram uma convivência conjugal, oficializada em 1939 num ritual de Umbanda, que gerou os filhos: Pery Ribeiro e Ubiratan de Oliveira Martins. A União durou até 1947, quando as constantes brigas e traições por parte de Herivelto deram fim ao casamento. Em 1949, oficializaram a separação. Em 1952, após ganhar o título de Rainha do Rádio, Dalva de Oliveira excursionou pela Argentina, ocasião em que conheceu Tito Clement, empresário que se tornou seu segundo marido, e com ele teve uma filha chamada Dalva Lúcia de Oliveira Clement, a qual Dalva brigou na justiça pela guarda da menina, que fica com o marido. Em 1963, Dalva de Oliveira e Tito Clement se separaram. Ela volta ao Brasil, sendo que a filha vai visitá-la nas férias, como os filhos que estão no internato. Mais tarde, ela conhece Manuel Nuno Carpinteiro, muitos anos mais jovem, que se tornaria seu último marido.

Carreira

Em 1937, a Dalva gravou, junto com a Dupla Preto e Branco, o batuque Itaquari e a marcha Ceci e Peri, ambas do Príncipe Pretinho. O disco foi um sucesso, rendendo várias apresentações nas Rádios. Foi César Ladeira, em seu programa na Rádio Mayrink Veiga, que pela primeira vez anunciou o Trio de Ouro. Em 1949 deixou o trio, quando excursionavam pela Venezuela com a Companhia de Dercy Gonçalves. Em 1951 retomou a carreira solo, lançando os sambas Tudo acabado (J. Piedade e Osvaldo Martins) e Olhos verdes (Vicente Paiva) e o samba-canção Ave Maria (Vicente Paiva e Jaime Redondo), sendo os dois últimos grandes sucessos da cantora. No ano seguinte foi eleita Rainha do Rádio, e excursionou pela Argentina, apresentando-se na Rádio El Mundo, de Buenos Aires, na qual conheceu Tito Clement, que se tornou seu empresário e depois marido, pai de sua filha, como mencionado anteriormente. Ainda em 1951, filmou Maria da praia, dirigido por Paulo Wanderley, e Milagre de amor, dirigido por Moacir Fenelon.

No dia 18 de agosto de 1965, sofreu um acidente automobílistico na cidade do Rio de Janeiro, que resultou na morte por atropelamento de três pessoas.

Morte

Três dias antes de morrer, Dalva pressentiu o fim e, pela primeira vez, em sua longa agonia de quase três meses, falou da morte. Ela tinha um recado para sua amiga Dora Lopes, que a acompanhou no hospital: "Quero ser vestida e maquiada, como o povo se acostumou a me ver. Todos vão parar para me ver passando". Ela faleceu em 30 de agosto de 1972, vítima de uma hemorragia interna provavelmente causada por um câncer. A cantora viveu o apogeu nos anos 30, 40 e 50.


A cantora Dalva de Oliveira canta um de seus maiores sucessos, a carnavalesca "Estrela do Mar".
Número musical do filme, "Tudo Azul" (1952), de Moacyr Fenelon.


A última apresentação de Dalva na TV Tupi, início dos anos 70. Ela canta Neste Mesmo Lugar:

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Patricia Camin

Divulgação do CD da Patricia




Cd Patrícia Camin

A Som Livre apresenta ao grande público a vencedora do concurso “A Voz da Profissão”, promovido pelo Domingão do Faustão: Patrícia Camin. Dona de um estilo próprio, uma voz marcante e um olhar penetrante, a cabeleireira, que nas horas vagas canta, ganhou como prêmio o direito de gravar um CD pela Som Livre ao vencer, no dia 28/7/2008, o concurso “A Voz da Profissão”. O quadro tinha como objetivo descobrir novos talentos através da disputa entre pessoas que não trabalhavam diretamente com música. Embora fosse cabeleireira, o talento de Patrícia Camin como cantora já havia sido reconhecido por outros programas de auditório, como no “Programa Raul Gil”, onde foi convidada a gravar uma faixa no CD “Usina de Talentos”, e no “Melhor do Brasil”, onde permaneceu invicta por 10 semanas e ganhou o título de “Melhor Cantora do Brasil”. O disco de 11 faixas, todas elas belíssimas releituras de canções de sucesso, é a chance de Patrícia Camin se consolidar como cantora. Confira mais esse novo talento descoberto pelo Domingão do Faustão!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Marisa Monte

Não é Fácil


Eu te amo,te amo, te amo


Flores, com Titãs

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Patrícia Pilar

Melhores Momentos da novela A FAVORITA:


Trajectória / Carreira:


No Domingão do Faustão:

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Erika Rodrigues








A cantora Erika Rodrigues nasceu em Diadema, na região do ABC, e vive lá até hoje. Desde pequena, sua paixão sempre foi cantar. Seu pai trabalhava como uma espécie de empresário que vendia shows sertanejos; e ela costumava cantar em uma igreja católica próxima de sua casa. Além disso, a influência da música mineira também falou alto por meio de suas viagens com a família à cidade de Ipanema, no interior de Minas Gerais. Em 2001, participou de um concurso musical em um shopping de Diadema. Era o início de sua vida nos palcos. Pouco tempo depois, ela despontaria no cenário nacional, ao participar do Programa Raul Gil, antigamente da TV Record.

“A música é uma coisa que estava naturalmente presente na minha vida. Ia muito para Minas Gerais e ouvia muita moda de viola”, afirmou. As influências remetem também à música negra, estilo musical que sempre admirou, e à cantora Elis Regina.

Dessa junção, Erika formou seu repertório: músicas românticas e, segundo ela, cheias de emoção. Depois de sua participação no programa Raul Gil, ela gravou o disco “Perdida de amor”, com três canções suas. Na época, o CD vendeu, em três dias, pelo menos 22 mil cópias.

Ainda este ano, a cantora lança seu segundo CD, que, segundo ela, tem mais a ver com seus gostos, desde os arranjos musicais à escolha do repertório.

A música romântica, aliás, dá o tom de suas apresentações. Nelas, canta Roberto Carlos, Elis Regina, Whitney Houston, Zezé di Camargo e Luciano, entre outros. “Gosto de cantar coisas que toquem o coração, que mexam com o meu sentimento e, consequentemente, com o das pessoas”, conta a moça.

Erika diz que, em relação à cultura, a cidade de Diadema, assim como todas as cidades do Brasil, precisa de mais. “Nunca é o suficiente em termos de cultura, de apoio à classe mais pobre. Eu acho que falta apoio em Diadema. Eu moro lá e vejo isso. Vejo que uma praça ou um centro comunitário ajuda as pessoas a procurar novos caminhos.” E completa: “Onde existem essas coisas e elas funcionam, você percebe que o bairro é mais educado. As pessoas são mais gentis. Onde não há, as pessoas se perdem muito”.

Além da música, a cantora se enveredou também pelo teatro. No momento, está na peça “Emoções que o tempo não apaga – uma crónica musical”, em cartaz no Maksoud Plaza. “Procurei o teatro para melhorar minha timidez”, diz.

No dia-a-dia, Erika se define bastante brincalhona, embora ainda conserve certa timidez – que ela jura nunca ter a atrapalhado. Gosta de estar com os amigos, ir ao cinema e acessar a internet – o site de vídeos “You Tube”, para ser mais exacto. Solteira, diz ainda que quer se apaixonar. “Quero casar e ter filhos”, conta.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Glória Pires




Glória Maria Cláudia Pires de Moraes nasceu no Rio de Janeiro, em 23 de agosto de 1963. Filha da produtora e empresária Elsa Marques Pires e do comediante Antônio Carlos Pires, desde pequena freqüentava os estúdios de televisão acompanhando o pai. A primeira aparição na TV foi em 1968, com apenas cinco anos de idade, na abertura da novela A pequena órfã, da TV Excelsior. Logo após a gravação, o diretor Dionísio Azevedo convidou-a para integrar o elenco da novela, e ela chegou a participar de alguns capítulos.

A estréia de Glória Pires na TV Globo aconteceu em 1972, com apenas oito anos de idade. A atriz integrou o elenco da novela Selva de pedra, de Janete Clair, como Fátima. Durante a década de 1970, participou de diversos programas da linha de shows da TV Globo, como Satiricom, Faça humor, não faça guerra, Chico em quadrinhos e Chico city. Sua segunda atuação em novelas foi em 1973, em Semideus, de Janete Clair, como Ione. Quatro anos depois, a atriz ganhou um papel de maior destaque, na novela Duas vidas (1977), também de Janete Clair. Ela interpretava Letícia, a filha rejeitada de Oswaldo, personagem de Luis Gustavo.

O sucesso e o reconhecimento definitivo do público vieram em 1978, na novela Dancin’days, de Gilberto Braga. Glória Pires interpretou Marisa, a filha mimada e agressiva de Júlia Mota, personagem de Sônia Braga. O ótimo desempenho em Dancin’ days rendeu à atriz o papel de protagonista da novela Cabocla (1979), de Benedito Ruy Barbosa. Sua personagem era Zuca, que tinha o amor disputado por Tobias (Roberto Bomfim) e Luís Jerônimo (Fábio Júnior).

Em 1980, a atriz integrou o elenco de Água viva, de Gilberto Braga, e de As três Marias, de Wilson Rocha. Na primeira trama, interpretou Sandra. Na segunda, era Maria José. Em seguida, a atriz participou de Louco amor, de Gilberto Braga. Ela vivia Cláudia e disputava o amor de Luiz Carlos (Fábio Júnior) com Patrícia (Bruna Lombardi).

Em 1984, Glória Pires participou da primeira novela escrita por Glória Perez e Aguinaldo Silva na TV Globo, Partido alto. A trama contava a trajetória de vida de diferentes personagens femininas. Sua personagem, Celina, era uma adolescente que tentava fugir do universo de contravenções do pai bicheiro, personagem vivido por Raul Cortez.

Em 1987, veio mais um papel de destaque em sua carreira: a doce Rosália Medeiros, da novela Direito de amar, de Walther Negrão. A trama, ambientada no Rio de Janeiro do início do século XX, narrava a disputa pelo amor de Rosália travada por Francisco Monserrat (Carlos Vereza) e seu filho Adriano (Lauro Corona), por quem a moça era apaixonada.

No ano seguinte, a atriz desempenhou um dos personagens mais marcantes de sua carreira, a oportunista Maria de Fátima, em Vale tudo, de Gilberto Braga. Maria de Fátima era filha de Rachel (Regina Duarte), e fazia qualquer coisa para conseguir ascensão social, mesmo prejudicando sua própria mãe.

Após a vilã Maria de Fátima, Glória Pires deu vida à divertida Sarita, na novela Mico preto (1990), de Marcílio Moraes, Leonor Bassères e Euclydes Marinho. Sarita era uma trapaceira, noiva de Firmino (Luis Gustavo). Em 1991, Glória Pires integrou o elenco de O dono do mundo (1991), mais uma novela do autor Gilberto Braga. Ela vivia Estela, a ingênua esposa do arrogante e ambicioso Felipe Barreto, interpretado por Antônio Fagundes.

Em seguida, a atriz viveu as gêmeas Ruth e Raquel, na novela Mulheres de areia, mais um trabalho de destaque em sua carreira. Para a composição das personagens da trama de Ivani Ribeiro, Glória Pires chegou a usar perfumes diferentes para caracterizar cada uma das irmãs. Como Ruth, a irmã doce e meiga, usava uma fragrância suave; e escolheu uma fragrância mais forte para a malvada e agressiva Raquel.

Em 1996, Glória Pires participou de O rei do gado, de Benedito Ruy Barbosa, como Marieta. Depois veio Nice, no remake de Anjo mau (1997), grande sucesso de Cassiano Gabus Mendes, exibida pela TV Globo em 1976. Na nova versão, adaptada por Maria Adelaide Amaral, Glória Pires interpretava a babá que se apaixona pelo patrão, personagem vivido por Kadu Moliterno. Na primeira versão da novela, a atriz Suzana Vieira interpretava o papel de Nice.

Em 1999, Glória Pires deu vida à Maria Inês em Suave veneno, de Aguinaldo Silva, Ângela Carneiro, Maria Helena Nascimento, Filipe Miguez e Fernando Rebello. Após três anos afastada das novelas, a atriz voltou à televisão em 2000, como a jornalista Júlia, em Desejos de mulher, de Euclydes Marinho. Na trama, ela contracenou novamente com Regina Duarte, que desempenhou o papel de sua irmã, Andréa Vargas, e foi dirigida por Dennis Carvalho, como em Vale tudo.

Em 2005, Glória Pires deu vida à Júlia Assunção, na novela Belíssima, de Silvio de Abreu. Protagonista da história, Júlia era uma mulher introspectiva e discreta, vítima número um das maldades da própria avó, a ardilosa Bia Falcão, personagem de Fernanda Montenegro. O triângulo amoroso entre Júlia, André (Marcello Antony) e Nikos (Tony Ramos) comoveu o público, que foi obrigado a esperar até o último capítulo para conhecer o desfecho da trama.

Um dos maiores nomes da televisão brasileira, Glória Pires também viveu personagens marcantes em minisséries da Globo. Ela foi Ana Terra, em O tempo e o vento (1985), e Maria Moura (1994), em Memorial de Maria Moura, duas personagens fortes e corajosas, importantes em sua trajetória profissional.

Em O tempo e o vento, escrita por Doc Comparato, com a colaboração de Regina Braga, baseada na primeira parte da trilogia de Érico Veríssimo (O continente), Glória Pires desejava tanto interpretar Ana Terra, que pediu ao diretor Daniel Filho para desempenhar o papel. Em Memorial de Maria Moura, chegou a fraturar o cóccix durante as gravações, mas não desanimou. A minissérie, inspirada na obra de Rachel de Queiroz, teve adaptação de Jorge Furtado e Carlos Gerbase e direção de Roberto Farias, Mauro Mendonça, Denise Saraceni e Marcelo Barreto.

Atriz de televisão, Glória Pires fez uma única participação em teatro, em um espetáculo infantil. Em cinema, estreou em 1981, no filme Índia, a filha do Sol, com direção de Fábio Barreto. Outros trabalhos no cinema foram Memórias do cárcere (1984), de Nélson Pereira dos Santos, Besame mucho (1987), de Francisco Ramalho, e Jorge, um brasileiro (1988), de Paulo Thiago.

Em 1995, Glória Pires atuou em O quatrilho, de Fábio Barreto. Por seu desempenho, recebeu três prêmios: dos Festivais de Havana e de Viña del Mar e da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 1999, fez uma participação no filme Pequeno dicionário amoroso, de Sandra Werneck. Dois anos depois, integrou o elenco de A partilha, filme baseado na peça de Miguel Falabella, dirigido por Daniel Filho. Em 2006, ao lado de Tony Ramos, foi novamente dirigida por Daniel Filho, na comédia romântica Se eu fosse você, um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema nacional dos últimos anos.

Em 2007, Glória Pires integrou o elenco de Paraíso tropical, novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, vivendo a batalhadora e independente Lúcia, mãe de Mateus (Gustavo Leão).




Na Premiação do Troféu Mário Lagos/2007 (Prémio Carreira):












sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Marisa Monte


"Carinhoso" com Paulinho da Viola:


"Velha Infância" (Tribalistas):


"Amor I Love You":

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Elis Regina



"Madalena" no Festival de Festival de Jazz de Montreux em 1979:


"Garota de Ipanema" no Festival de Jazz de Montreux em 1979, com a participação do pianista Hermeto Pascoal:


"Upa Negrinho" no Festival de Jazz de Montreux: