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domingo, 20 de dezembro de 2009

Letícia Spiller

Letícia Pena Spiller (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1973) é uma atriz brasileira. Começou sua carreira como uma das paquitas do antigo programa Xou da Xuxa e recentemente atuou na novela Duas Caras da emissora de TV Globo.



Biografia

Pituxa Pastel

Começou a carreira como a paquita Pituxa Pastel em 1989 no programa Xou da Xuxa, produzido pela TV Globo entre 1986 e 1992, fazendo parte da segunda geração de paquitas. Foi escolhida como a nova Pituxa em Março de 1989, substituíndo Louise Wischermann, a primeira Pituxa. Liderava o grupo paquitas e recebeu este apelido por ser a "pasteleira" do grupo, ou seja, ela era a mais distraída e "pagadora de mico" das garotas. Ela, solou canções como Broto Legal e cantou "partes" de outras, como Alegres Paquitas e Fada Madrinha (é tão bom)!

Saiu do grupo porque queria ser actriz. Em seu lugar ficou Ana Paula Guimarães, a "Catu". Nisso Letícia faria a novela Despedida de Solteiro.

Letícia gravou dois discos do grupo Paquitas, o de 1989, e o de 1991, e participou como paquita de filmes como Sonho de Verão , Lua de Cristal e Gaúcho Negro.


Carreira como actriz

Após algumas participações especiais em 1992 no humorístico Os Trapalhões, Letícia fez a estréia em telenovelas ao interpretar a personagem Debbie, uma pequena participação, em Despedida de Solteiro.

Alguns anos depois, com a desistência da atriz Adriana Esteves, Letícia ganhou o seu primeiro papel principal, em 1994, quando a atriz estreou como Babalu, uma das protagonistas da telenovela das sete Quatro por Quatro. Letícia foi um dos destaques da novela, ao transformar a cabeleireira Babalu na personagem mais popular da obra escrita por Carlos Lombardi. Também neste folhetim, a atriz conheceu Marcelo Novaes, com quem se casou.

Em outubro de 1996, após interpretar Giovanna na primeira fase da telenovela O Rei do Gado, nasceu Pedro, seu único filho.

No ano de 1997, participou de Zazá, como a cozinheira Beatriz. Em 1999, Letícia voltou à televisão como a vilã Maria Regina, em Suave Veneno. Incialmente foi muito criticada pelos exageros na interpretação da personagem, mas ao final, ela conseguiu transformar Maria Regina num dos destaques da novela. Sobre isso, José Wilker disse em entrevista: É muito bom o trabalho de Letícia Spiller. Ela foi massacrada pela imprensa e, de repente, surpreendeu-me pela maturidade. Com apenas 25 anos, ouviu tudo com a cabeça erguida e, em seguida, reavaliou o que estava fazendo. Hoje, acho que ela faz um dos melhores trabalhos dessa novela.

Letícia foi, depois, convidada para protagonizar Esplendor, telenovela exibida no horário das 18h, em 2000. No ano seguinte, a actriz recusou encarnar Jade, a protagonista de O Clone, papel que acabou ficando com Giovanna Antonelli. Nessa época, a actriz dedicava-se ao espetáculo teatral O Falcão e o Imperador, no qual foi responsável pela adaptação do texto, produção, direção e atuação - ao lado de Jac Fagundes. Baseado na obra do grego Nikos Kazantzakis e do persa Rumi, o espectáculo foi apresentado em diversas cidades brasileiras e é descrito pela actriz como o trabalho de sua vida.

Letícia Spiller voltou à televisão em 2002, quando interpretou mais uma protagonista das 18h, a Diana de Sabor da Paixão. Em 2004 foi convidada por Aguinaldo Silva para participar de Senhora do Destino, trama exibida às 20 horas. Letícia deu vida à Viviane Perón, ambiciosa primeira-dama da Vila de São Miguel e apaixonada esposa de Reginaldo, interpretado por Eduardo Moscovis.

No cinema actuou em Villa-Lobos, uma vida de paixão (2000), como a segunda esposa do compositor; em Oriundi (1999), ao lado de Anthony Quinn; e viveu a personagem-título de A paixão de Jacobina (2002). Participou ainda de dois curtas: o premiado O Pulso (1997), de José Pedro Goulart, e O Problema (2004), no qual foi dirigida por Frederico Benedini e repetiu a parceria com Eduardo Moscovis.

Em 2006, a actriz foi convidada pela autora Glória Perez a integrar o elenco da minissérie Amazônia, exibida pela Rede Globo em 2007. Participou como a divertida Anália, esposa infiel que contava com o consentimento do marido.

Recentemente esteve em cartaz com a peça Isadora Duncan, com direção de Bibi Ferreira e texto de Aguinaldo Silva. No fim de 2007, fez parte da novela das 20h, Duas Caras, em que interpreta a "perua do bem" Maria Eva Duarte.

No fim de Duas Caras, foi convidada pela autora Glória Perez a integrar o elenco da telenovela Caminho das Índias, que substituiu a novela A Favorita, porém, a actriz não aceitou o convite.


Pituxa Pastel, no Programa da Xuxa, Xou Xuxa:



Como Babalú, na novela Quatro por Quatro:


Como Maria Regina, na novela Suave Veneno:



Como Vivianne, em Senhora do Destino:


Como Maria Eva, na novela Duas Caras:


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Fúlvio Stefanini

Fulvio Stefanini (São Paulo, 12 de outubro de 1939) é um ator brasileiro, filho de italianos (Oreste e Agnese Stefanini). O ator tem dois irmãos: Fábio e Arnaldo, e é casado com Vera, desde 1968, mãe dos seus dois filhos: Fúlvio Filho e Leonardo Stefanini.






Seus irmãos, Arnaldo e Fabio, foram sempre ligados aos estudos, mas Fulvio, bem cedo sentiu forte inclinação para o teatro e procurou então, cursar o E.A.D. escola que se dedicava a formar atores. Mas, antes mesmo de concluir esse curso, resolveu procurar o doutor Julio Gouveia, que era o diretor do TESP - Teatro Escola de São Paulo. Começou, então, a ganhar papéis tanto no teatro, quando na TV Tupi de São Paulo, onde o TESP era responsável pelo "Teatro da Juventude" e do "Sitio do Pica-Pau Amarelo". A produção de Julio Gouveia e sua esposa, Tatiana Belinky, era independente, mas contínua. E Fluvio entrava em muitos programas.
Era um garoto alto, loiro e muito bonito. Isso até ajudou no início de sua carreira.

Começou a trabalhar com Berta Zemel, com Sergio Cardoso, até que assinou contrato com a TV Excelsior de São Paulo, que foi considerada o "divisor de águas", entre a televisão antiga e a moderna. Ali fez: "A outra face de Anita", "Melodia Fatal", "A Indomável", "Minas de Prata", onde fazia par romântico com Regina Duarte. Logo, Fulvio foi convidado para participar do elenco da TV Globo, mas, para cumprir o seu contrato, preferiu ficar em São Paulo. Meses depois passou para a TV Record, onde, sob a direção de Dionísio Azevedo, fez "As pupilas do Senhor Reitor", "A última testemunha", "Os deuses estão mortos", e outras.

Mas acabou sendo novamente convidado pela TV Globo e ali participou de várias novelas de sucesso, como: "Fogo sobre terra", "Gabriela", "Carinhoso", "Porto dos Milagres", "Chocolate com Pimenta", "Alma Gêmea" e, em 2006, "Pé na Jaca".

Embora sendo então um ator intensamente dedicado à televisão, Fulvio Stefanini sempre participou de grandes peças teatrais. Ele começou numa peça infantil, em que fazia papel de tartaruga. A peça era "Kurashima Taro". Depois fez grandes espetáculos, como: "Oração para uma negra", "Soldado Tanaka", "A Raposa e as Uvas", "As feiticeiras de Salem", "Quem tem medo de Virginia Woof", dentre outras.
O grande sucesso aconteceu quando Fulvio Stefanini fez parceria com Juca de Oliveira e eles montaram, para o teatro, as peças de Juca : "Meno Male" e "Caixa 2". Com uma graça satírica bem brasileira, com o texto de Juca e as interpretações maravilhosas dos atores, os espetáculos ficaram em cartaz vários anos.

Fulvio ganhou o Prêmio Shell de melhor ator em 1999, com o "Caixa 2".

É casado, pai de dois filhos.

Em 2007, faz uma participação especial na novela "Duas Caras", da TV Globo e participa do programa especial de fim de ano da Rede Globo, "Didi e o Segredo da Princesa Lili".


Fúlvio Stefanini, em 2008, participa do seriado "Casos e Acasos", da Rede Globo.

Em 2009, Fúlvio Stefanini está no elenco da novela "Caras e Bocas", da Rede Globo.


Telenovelas, minisséries e séries

* 2009 - Caras e Bocas - Frederico
* 2008 - Xuxa e as Noviças - Frei Caneco
* 2008 - Casos e Acasos - Olavo
* 2008 - Casos e Acasos - Dr. Camilo
* 2008 - Casos e Acasos - episódio "O ex, a promoção e o vizinho" - Dr. Fontenelle
* 2008 - Casos e Acasos - episódio O Encontro, o Assédio e o Convite - Dr. Teixeira (Rede Globo)
* 2007 - O Segredo da Princesa Lili - Arthur (Rede Globo)
* 2007 - Duas Caras - Waldemar Nascimento (Rede Globo)
* 2006 - Pé na Jaca - Último Botelho Bulhões (Rede Globo)
* 2005 - Alma Gémea - Osvaldo (Rede Globo)
* 2003 - Chocolate com Pimenta - Prefeito Vivaldo Albuquerque (Rede Globo)
* 2001 - Porto dos Milagres - Osvaldo Assunção (Rede Globo)
* 1999 - Suave Veneno - Marcelo Barone (Rede Globo)
* 1998 - Estrela de Fogo - Gustavo (Rede Record)
* 1996 - Razão de Viver - delegado Renato (SBT)
* 1994 - Pátria Minha - Rafael Novaes (Rede Globo)
* 1990 - Brasileiras e Brasileiros - Ângelo (SBT)
* 1985 - Um Sonho a Mais - Orlando Aranha (Rede Globo)
* 1983 - Eu Prometo - João Carlos "Joca" de Sá (Rede Globo)
* 1982 - Campeão - Charles Spencer (Rede Bandeirantes)
* 1982 - Iaiá Garcia - Luís Garcia (TV Cultura)
* 1982 - O Tronco do Ipê - Barão (TV Cultura)
* 1982 - Renúncia - Cirilo Davemport (Rede Bandeirantes)
* 1981 - Os Imigrantes - Amadeu (Rede Bandeirantes)
* 1980 - Cavalo Amarelo - Teo (Rede Bandeirantes)
* 1979 - O Todo-Poderoso - Marcelo (Rede Bandeirantes)
* 1979 - Cara a Cara - Dudu (Rede Bandeirantes)
* 1978 - Roda de Fogo - Edmundo (TV Tupi)
* 1976 - Planeta dos Homens - participação especial (Rede Globo)
* 1975 - Gabriela - Tonico Bastos (Rede Globo)
* 1974 - Fogo sobre Terra - Gustavo de Almeida (Rede Globo)
* 1973 - Carinhoso - Sérgio (Rede Globo)
* 1973 - Cavalo de Aço - Agente federal (Rede Globo)
* 1972 - Bel-Amy - Manoel Carlos (Rede Tupi)
* 1971 - Quarenta Anos Depois - Leonardo (Rede Record)
* 1971 - Os Deuses Estão Mortos - Leonardo (Rede Record)
* 1970 - As Pupilas do Senhor Reitor - Pedro das Dornas (Rede Record)
* 1969 - Algemas de Ouro - Moacir (Rede Record)
* 1968 - A Última Testemunha - Geraldo (Rede Record)
* 1967 - As Minas de Prata - Estácio (TV Excelsior)
* 1965 - A Grande Viagem - Sérgio (TV Excelsior)
* 1965 - Em Busca da Felicidade - Salvador (TV Excelsior)
* 1965 - A Indomável - Alberto (TV Excelsior)
* 1964 - A Outra Face de Anita - dr. Artur (TV Excelsior)
* 1964 - Melodia Fatal - Leandro (TV Excelsior)
* O Vigilante Rodoviário (Rede Tupi)
o 1962 - O Repórter - Playboy
o 1961 - Zuni, o Potrinho
* TV de Comédia (Rede Tupi)
o 1958 - Era Uma Vez Um Vagabundo
o 1957 - Seu Genaro
* TV de Vanguarda (Rede Tupi)
o 1957 - Tensão em Shangay
o 1957 - Volta Mocidade
o 1957 - Pacto Sinistro
o 1956 - O Renegado


Filmografia

* Caixa Dois (2007)
* Eliana e o Segredo dos Golfinhos (2005)
* Pelé Eterno (2004)
* Quincas Borba (1987)
* Retrato Falado de uma Mulher Sem Pudor (1982)
* O Bem Dotado - O Homem de Itu (1978)
* Absolutamente Certo (1957)


Prémios

* Venceu no Prémio APCA/2005 na categoria melhor actor de televisão pela sua interpretação a novela Alma Gémea.



Em "Gabriela", como Tonico Bastos:


Cena da novela Gabriela (1975), adaptada por Walter George Durst, do romance de Jorge Amado, e dirigida por Walter Avancini.

O Bataclan, o prostibulo da ilha de Ilheus, comandado por Maria Machadão (a grande Eloisa Mafalda), era o ponto de encontro dos homens da cidade, onde a politica e amores eram discutidos e planejados. Dina Sfat, interpretou magistralmente Zarolha, uma prostituta amiga de Nacib (Armando Bogus), mas sua praticipação na novela foi curta, e ela logo sai da historia.

Tonico Bastos (Fulvio Stefanini) era um grande mulherengo e ativo visitante do Bataclan. Mais tarde ele vai ter um caso com Gabriela (Sonia Braga) o que leva a separação desta com Nacib. Fulvio Stefanini brilhou com sua interpretação comica, seu sucesso foi tão grande que apos a novela, ele continuo essa interpretação com um personagem parecido no programa humoristico "O Planeta dos Homens".

Natalia do Valle estreiava na televisão interpretando a prostituta Orora.




Em "Chocolate com Pimenta", como Vivaldo:


Jesebel (Elizabeth Savalla)quer se casar com Vivaldo (Fulvio stefanini) mas Aninha (Mariana Ximenes) quer impedir o casamento com a ajuda de Niguel (Caco Ciocler) e o Crispim (Jorge Fernando) trazendo Barbara (Lília Cabral) careca.

No filme "Caixa Dois", como Luís Fernando:

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Glória Pires




Glória Maria Cláudia Pires de Moraes nasceu no Rio de Janeiro, em 23 de agosto de 1963. Filha da produtora e empresária Elsa Marques Pires e do comediante Antônio Carlos Pires, desde pequena freqüentava os estúdios de televisão acompanhando o pai. A primeira aparição na TV foi em 1968, com apenas cinco anos de idade, na abertura da novela A pequena órfã, da TV Excelsior. Logo após a gravação, o diretor Dionísio Azevedo convidou-a para integrar o elenco da novela, e ela chegou a participar de alguns capítulos.

A estréia de Glória Pires na TV Globo aconteceu em 1972, com apenas oito anos de idade. A atriz integrou o elenco da novela Selva de pedra, de Janete Clair, como Fátima. Durante a década de 1970, participou de diversos programas da linha de shows da TV Globo, como Satiricom, Faça humor, não faça guerra, Chico em quadrinhos e Chico city. Sua segunda atuação em novelas foi em 1973, em Semideus, de Janete Clair, como Ione. Quatro anos depois, a atriz ganhou um papel de maior destaque, na novela Duas vidas (1977), também de Janete Clair. Ela interpretava Letícia, a filha rejeitada de Oswaldo, personagem de Luis Gustavo.

O sucesso e o reconhecimento definitivo do público vieram em 1978, na novela Dancin’days, de Gilberto Braga. Glória Pires interpretou Marisa, a filha mimada e agressiva de Júlia Mota, personagem de Sônia Braga. O ótimo desempenho em Dancin’ days rendeu à atriz o papel de protagonista da novela Cabocla (1979), de Benedito Ruy Barbosa. Sua personagem era Zuca, que tinha o amor disputado por Tobias (Roberto Bomfim) e Luís Jerônimo (Fábio Júnior).

Em 1980, a atriz integrou o elenco de Água viva, de Gilberto Braga, e de As três Marias, de Wilson Rocha. Na primeira trama, interpretou Sandra. Na segunda, era Maria José. Em seguida, a atriz participou de Louco amor, de Gilberto Braga. Ela vivia Cláudia e disputava o amor de Luiz Carlos (Fábio Júnior) com Patrícia (Bruna Lombardi).

Em 1984, Glória Pires participou da primeira novela escrita por Glória Perez e Aguinaldo Silva na TV Globo, Partido alto. A trama contava a trajetória de vida de diferentes personagens femininas. Sua personagem, Celina, era uma adolescente que tentava fugir do universo de contravenções do pai bicheiro, personagem vivido por Raul Cortez.

Em 1987, veio mais um papel de destaque em sua carreira: a doce Rosália Medeiros, da novela Direito de amar, de Walther Negrão. A trama, ambientada no Rio de Janeiro do início do século XX, narrava a disputa pelo amor de Rosália travada por Francisco Monserrat (Carlos Vereza) e seu filho Adriano (Lauro Corona), por quem a moça era apaixonada.

No ano seguinte, a atriz desempenhou um dos personagens mais marcantes de sua carreira, a oportunista Maria de Fátima, em Vale tudo, de Gilberto Braga. Maria de Fátima era filha de Rachel (Regina Duarte), e fazia qualquer coisa para conseguir ascensão social, mesmo prejudicando sua própria mãe.

Após a vilã Maria de Fátima, Glória Pires deu vida à divertida Sarita, na novela Mico preto (1990), de Marcílio Moraes, Leonor Bassères e Euclydes Marinho. Sarita era uma trapaceira, noiva de Firmino (Luis Gustavo). Em 1991, Glória Pires integrou o elenco de O dono do mundo (1991), mais uma novela do autor Gilberto Braga. Ela vivia Estela, a ingênua esposa do arrogante e ambicioso Felipe Barreto, interpretado por Antônio Fagundes.

Em seguida, a atriz viveu as gêmeas Ruth e Raquel, na novela Mulheres de areia, mais um trabalho de destaque em sua carreira. Para a composição das personagens da trama de Ivani Ribeiro, Glória Pires chegou a usar perfumes diferentes para caracterizar cada uma das irmãs. Como Ruth, a irmã doce e meiga, usava uma fragrância suave; e escolheu uma fragrância mais forte para a malvada e agressiva Raquel.

Em 1996, Glória Pires participou de O rei do gado, de Benedito Ruy Barbosa, como Marieta. Depois veio Nice, no remake de Anjo mau (1997), grande sucesso de Cassiano Gabus Mendes, exibida pela TV Globo em 1976. Na nova versão, adaptada por Maria Adelaide Amaral, Glória Pires interpretava a babá que se apaixona pelo patrão, personagem vivido por Kadu Moliterno. Na primeira versão da novela, a atriz Suzana Vieira interpretava o papel de Nice.

Em 1999, Glória Pires deu vida à Maria Inês em Suave veneno, de Aguinaldo Silva, Ângela Carneiro, Maria Helena Nascimento, Filipe Miguez e Fernando Rebello. Após três anos afastada das novelas, a atriz voltou à televisão em 2000, como a jornalista Júlia, em Desejos de mulher, de Euclydes Marinho. Na trama, ela contracenou novamente com Regina Duarte, que desempenhou o papel de sua irmã, Andréa Vargas, e foi dirigida por Dennis Carvalho, como em Vale tudo.

Em 2005, Glória Pires deu vida à Júlia Assunção, na novela Belíssima, de Silvio de Abreu. Protagonista da história, Júlia era uma mulher introspectiva e discreta, vítima número um das maldades da própria avó, a ardilosa Bia Falcão, personagem de Fernanda Montenegro. O triângulo amoroso entre Júlia, André (Marcello Antony) e Nikos (Tony Ramos) comoveu o público, que foi obrigado a esperar até o último capítulo para conhecer o desfecho da trama.

Um dos maiores nomes da televisão brasileira, Glória Pires também viveu personagens marcantes em minisséries da Globo. Ela foi Ana Terra, em O tempo e o vento (1985), e Maria Moura (1994), em Memorial de Maria Moura, duas personagens fortes e corajosas, importantes em sua trajetória profissional.

Em O tempo e o vento, escrita por Doc Comparato, com a colaboração de Regina Braga, baseada na primeira parte da trilogia de Érico Veríssimo (O continente), Glória Pires desejava tanto interpretar Ana Terra, que pediu ao diretor Daniel Filho para desempenhar o papel. Em Memorial de Maria Moura, chegou a fraturar o cóccix durante as gravações, mas não desanimou. A minissérie, inspirada na obra de Rachel de Queiroz, teve adaptação de Jorge Furtado e Carlos Gerbase e direção de Roberto Farias, Mauro Mendonça, Denise Saraceni e Marcelo Barreto.

Atriz de televisão, Glória Pires fez uma única participação em teatro, em um espetáculo infantil. Em cinema, estreou em 1981, no filme Índia, a filha do Sol, com direção de Fábio Barreto. Outros trabalhos no cinema foram Memórias do cárcere (1984), de Nélson Pereira dos Santos, Besame mucho (1987), de Francisco Ramalho, e Jorge, um brasileiro (1988), de Paulo Thiago.

Em 1995, Glória Pires atuou em O quatrilho, de Fábio Barreto. Por seu desempenho, recebeu três prêmios: dos Festivais de Havana e de Viña del Mar e da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 1999, fez uma participação no filme Pequeno dicionário amoroso, de Sandra Werneck. Dois anos depois, integrou o elenco de A partilha, filme baseado na peça de Miguel Falabella, dirigido por Daniel Filho. Em 2006, ao lado de Tony Ramos, foi novamente dirigida por Daniel Filho, na comédia romântica Se eu fosse você, um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema nacional dos últimos anos.

Em 2007, Glória Pires integrou o elenco de Paraíso tropical, novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, vivendo a batalhadora e independente Lúcia, mãe de Mateus (Gustavo Leão).




Na Premiação do Troféu Mário Lagos/2007 (Prémio Carreira):












domingo, 2 de agosto de 2009

Deborah Secco

Em Laços de Familía:


Em América:


Melhores Momentos das suas Personagens:





Deborah Fialho Secco (Rio de Janeiro, 26 de Novembro de 1979) é uma actriz brasileira. Iniciou sua carreira na televisão aos oito anos de idade.


Deborah nasceu em uma família de classe média baixa, filha de Sílvia Regina Fialho, dona-de-casa, e de Ricardo Secco, professor de matemática. Ela tem dois irmãos, Ricardo e Bárbara.

Na infância, brincava de ser actriz.

Seu primeiro trabalho foi em um comercial de TV, aos 8 anos de idade. Trabalhou no programa da Angélica, na TV Manchete, no Clube da Criança.

Seu primeiro papel de destaque na televisão foi no seriado Confissões de Adolescente, em 1994, na TV Cultura. O seriado era baseado na peça homónima de Maria Mariana, onde interpretava a esperta Carol.

Em 1999, posou pela primeira vez para a Playboy.

No mesmo ano participou da telenovela Suave Veneno, na Rede Globo, como a "maria-chuteira" Marina.

Em 2000 atuou como a vilã Íris, em Laços de Família. Uma vilã que consagrou a atriz no horário nobre, acarretando assim, uma imensidão de fãs e admiradores por seu trabalho, muito elogiado pela crítica até então em todo o território nacional.

Logo após, em 2001, fez sua primeira protagonista, Cecília, em A Padroeira.

Em 2002, posou novamente para a Playboy.

No mesmo ano, também foi a vilã cómica e vampira atrapalhada Lara, na telenovela O Beijo do Vampiro.

Em 2003, foi a vez da divertida Darlene Sampaio, de Celebridade, uma personagem que tinha como objectivo a fama a qualquer custo.

Em 2005, actuou como Sol, uma mulher que tem o sonho de ganhar a vida nos Estados Unidos mesmo que seja como imigrante ilegal, e protagonista da telenovela América.

Em 2006, participou do quadro Dança no Gelo do programa Domingão do Faustão, ficando em terceiro lugar. Na metade desse quadro, ela fracturou duas costelas.

No mesmo ano, interpretou a sua terceira protagonista e ao mesmo tempo sua terceira vilã, a perversa Elizabeth, na telenovela Pé na Jaca.

Em seguida, em 2007, fez uma participação especial em Paraíso Tropical, como a prostituta Betina.

Em 2008, interpretou uma das co-protagonistas da novela A Favorita, onde viveu a retirante ambiciosa e dissimulada Maria do Céu.

Casou-se no dia 6 de Junho de 2009 com o jogador de futebol Roger Flores em Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro