domingo, 31 de janeiro de 2010

Chiquinha Gonzaga - Série

Chiquinha Gonzaga foi uma minissérie brasileira produzida pela Rede Globo e exibida de 12 de janeiro a 19 de março de 1999. Escrita por Lauro César Muniz e Marcílio Moraes, baseada na vida da maestrina e compositora Francisca Edwiges Neves Gonzaga, dirigida por Jayme Monjardim, Luiz Armando Queiroz e Marcelo Travesso.



Protagonistas

em ordem da abertura da minissérie

Regina Duarte Chiquinha Gonzaga
Carlos Alberto Ricceli João Batista
Gabriela Duarte Chiquinha Gonzaga (jovem)

em ordem da abertura da minissérie

Actor Personagem
Danielle Winits Suzette (jovem)
Norton Nascimento Joaquim Calado (Joaquim Antônio da Silva Calado)
Tânia Bondezan Maria Isabel
Solange Couto Rosa
Christiana Guinle Aimée
Haroldo Costa Raimundo
Marcelo Mansfield Arnaud
Guilherme Piva Carlos
Fábio Junqueira Joãozinho
Chica Xavier Inácia
Adriana Lessa Feliciana
Jorge Maia Zé da Bica
Charles Myara Saldanha
Sérgio Loroza Vassoura
Rodrigo Mendonça José
Eduardo Caldas Juca (criança)
Fernanda Azevedo Júlia
Ludmila Rosa Marilda
Luciana Faria Nara
Gottsha Dalva
Paula Santoro Eliane
Guilherme Bernard Pedro
Bruno Telles João Gualberto
Felipe Brito Zé Carlos (criança)
Participações especiais
Actor Personagem
Ângela Leal Celeste
Antônio Petrin João Castello
Sebastião Vasconcelos Cônego Trindade
Flávio Migliaccio Vaga-Lume
Zezé Motta Conceição
Actores convidados
Actor Personagem
Odilon Wagner Major Basileu
Marcello Novaes como Jacinto
Suzana Vieira como Suzette



Curiosidades

* Exibida entre 12 de janeiro e 19 de março de 1999 em 38 capítulos.

* A minissérie se divide em duas fases, de 19 capítulos, cada uma. A primeira, com Gabriela Duarte, na pele de Chiquinha Gonzaga, jovem. E a segunda, a partir do capítulo 19, com Regina Duarte, como Chiquinha Gonzaga, já em sua fase adulta.

* Destaque para o trabalho das atrizes Regina e Gabriela Duarte, mãe e filha, vivendo a mesma personagem, em épocas distintas, e, para o trabalho de maquiagem, que deixava Regina, com a aparência de uma senhora, de mais de 80 anos de idade.

* Destaque para a atuação de Marcello Novaes, como o severo Jacinto, marido de Chiquinha Gonzaga (Gabriela Duarte), na primeira fase da trama, em um personagem que fugia do estereótipo de galã conquistador, que estava habituado a fazer, até então.

* O ator Carlos Alberto Riccelli retornava às produções nacionais após quase uma década de ausência. Antes de Chiquinha Gonzaga, ele apenas tinha feito uma participação especial na primeira fase da novela A Indomada, em 1997. Diferentemente de Regina e Gabriela Duarte, seu personagem, João Batista, participou das duas fases da trama. No caso, houve um envelhecimento, do personagem.

* Tal como em A Próxima Vítima, Danielle Winits voltava a fazer um personagem de Suzana Vieira, enquanto jovem. Enquanto na novela de Sílvio de Abreu, exibida em 1995, ela fazia Ana jovem, na primeira fase da minissérie, ela fez Suzette, vedete de um famoso cabaré.

* A minissérie marcou a estréia de Caio Blat, na TV Globo, como um jovem músico, também chamado João Batista, que se envolvia com Chiquinha Gonzaga (Regina Duarte). Um romance que deu o que falar, pela diferença de idade. Caio apareceu nos dois capítulos finais.

* A cidade cenográfica de Chiquinha Gonzaga foi reaproveitada, com os devidos ajustes, para a produção da novela Força de um Desejo, que estreou pouco depois após o fim da minissérie.

* Durante a exibição da minissérie, o capítulo de número 20, que iria ao ar em 12 de fevereiro de 1999, uma sexta-feira de Carnaval, não foi ao ar, devido à transmissão do primeiro dia do desfile das escolas de samba de São Paulo. Também, o capítulo de número 34, que iria ao ar em 11 de março de 1999, uma quinta-feira, não foi, devido a um blecaute, tendo sido exibido no dia seguinte, 2 capítulos seguidos para que a população do Centro-Sul do Brasil (atingida pelo apagão) não ficasse sem entender o que havia se passado. Com isso, a minissérie que teria 40 capítulos, fechou com 38.

* Em abril de 2008, a minissérie foi lançada em DVD

* A minissérie foi reapresentada entre o 30 de junho de 2008 e 20 de agosto de 2008, em 38 capítulos, dentro do programa Faixa Comentada, no Canal Futura. Na reprise, houve entrevista com elenco, historiadores e diretores

* Durante a exibição de seus créditos finais, em 1999, e na sua reprise, em 2008, cantores famosos como Daniela Mercury, Fernanda Takai, Milton Nascimento cantavam músicas compostas pela maestrina

* Na reprise, após a exibiçao do último capítulo, foi exibido um especial sobre Chiquinha Gonzaga.

* A minissérie que foi exibida entre o período de 30 de junho a 20 de agosto de 2008 fez tanto sucesso que a partir do dia 5 de janeiro de 2009 estará de volta no programa "Faixa Comentada" às 21:30 hs de segunda a sexta no Canal Futura.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Beija-Flor 2010 - Samba-Enredo

Samba-Enredo 2010

Enredo: "Brilhante ao sol do novo mundo, Brasília: do sonho à realidade, a capital da esperança"
Autores: Picolé da Beija Flor, Serginho Sumaré, Samir Trindade, Serginho Aguiar, Dison Marimba e André do Cavaco
Intérprete: Neguinho da Beija-Flor

Dádivas o Criador concedeu
Fez brotar num sonho divinal o mais precioso cristal
Lágrimas, fascinante foi a ira de Tupã
Diz a lenda que o mito Goyás nasceu
O brilho em Jaci vem do olhar
Pra sempre refletido em suas águas
A força que fluiu desse amor é Paranoá... Paranoá
Óh! Deus sol em sua devoção
Ergueu-se no Egito fonte de inspiração
Pássaro sagrado voa no infinito azul
Abre as asas bordando o cerrado de Norte a Sul

Ah! Terra tão rica é o sertão
Rasga o coração da mata desbravador!
Finca a bandeira nesse chão
Pra desabrochar a linda flor

No coração do Brasil, o afã de quem viu um novo amanhã
Revolta, insurreições, coroas e brasões
Batismo num clamor de liberdade!
Segue a missão a caravana em jornada
Enfim a natureza em sua essência revelada
Firmando o desejo de realizar
A flor desabrochou nas mãos de JK
A miscigenação se fez raiz
Com sangue e o suor deste país
Vem ver... A arte do mestre num traço um poema
Nossa Capital vem ver ...
Legião de artistas, caldeirão cultural!
Orgulho, patrimônio mundial

Sou candango, calango e Beija-Flor!
Traçando o destino ainda criança
A luz da alvorada anuncia!
Brasília capital da esperança






Enredo
Brasília 50 anos
"Brilhante ao sol do novo mundo,
Brasília do sonho à realidade,
a capital da esperança"

Justificativa

Tudo o que permeia a história de nossa jovem capital federal, nos remete ao sonho, ao místico, as coincidências e inspirações extraordinárias, e nela, abre-se um campo de suposições e até mesmo nos transporta ao imaginário.

Brasília é um invento que transborda as pranchetas de seu traçado arquitetônico pois apesar de planejada, temos às vezes a impressão de que em parte ela é fruto do inconsciente e que rouba pra si, todo um universo de sonhos, mitos, lendas e fatos que convergiram para a vasta região do Planalto Central brasileiro, para compor sua pré-história.

Brasília nos desafia e nos encanta à medida que nos afastamos de sua imagem de centro nervoso de nossa política governamental. Ela é sim, uma obra do homem, porém ela é certamente o resultado de inspirações, uma obra de arte, desenhada em um quadrilátero, compondo a paisagem harmoniosamente no encontro de céu e terra, como se ela já existisse invisivelmente antes da sua construção.

Ela é a multiface do Brasil e do mundo, o que lhe dá a mestiçagem da aparência de seu urbanismo e arquitetura, bem como os contornos físicos e culturais do seu povo. Brasília nos faz viajar constantemente, do imaginário extraterrestre à mitologia indígena; um pouco Maia, Asteca, Inca, Egípcia ou mesmo o que imaginamos ser divino-celestial.

Grandes nomes de nossa história, direta ou indiretamente, se conectam a ela. A idéia de se plantar a capital do Brasil no centro de seu território, nasce nos primórdios da colonização e desbravamento de nossa terra.

De Marquês de Pombal a JK, passa por Tiradentes e os ideais da inconfidência, pela declaração de nossa independência e o batismo de seu nome, por José Bonifácio até os primeiros anos da então Jovem República Brasileira. Descreve uma trajetória de pioneirismo com a marcha para o oeste através da expedição de Louis Cruls, desencadeando mais tarde um grande êxodo de brasileiros desterrados, para a sua construção.

No ano em que se comemora os seus 50 anos de vida, a capital de todos os brasileiros e patrimônio da humanidade, merece de todos nós, uma homenagem e a Beija-Flor de Nilópolis tem o orgulho de fazê-la. Por sua complexidade e importância para o Brasil e o mundo, por sua peculiar história, de imaginações, de visões e visionários, de desbravamento e pioneirismo, de coragem e triunfo da vontade política de um brasileiro e por ser ela, um monumento ao arrojo de nossa engenharia e arquitetura, Brasília, do Sonho à Realidade, empresta sua beleza para enfeitar o samba.


Sinopse

Reluz meu samba como cristal brilhante, a refletir neste instante, mais um sonho encantado, a emanar sua energia, como alvorada que anuncia o dia, resplandecendo o Planalto Central.

Vai Beija-Flor aventureiro, abre as asas, abraça o cerrado brasileiro, traz Brasília em seu carnaval...

Faz a anunciação da terra prometida, entressonhada e celestial, da divina visão de Dom Bosco, em sua viagem no espaço do tempo, nos paralelos do futuro virtual. E torna o mito “Goyaz”, uma verdade, uma história de amor pra eternidade, de Paranoá, guerreiro, um lago de lágrimas, de Jaci, um luar de paixão, a espreitar, num olhar azulado, a bela índia alada, que jaz, por Tupã enfeitiçada, deitada pra sempre em seu chão.

Emerge do passado a sua herança, do coração do Egito, coincidência, inspiração... Aketaton, gêmea ancestral do deserto, que se esplanou em largos espaços abertos, em templos, “estelas”, em reverência ao sol, abrindo-se, feito asas, norte e sul, qual vôo de íbis, ave sagrada, em seu vôo na imensidão.

Que se abram suas páginas de história, de desbravamento e bravura, de onde em busca de riquezas se ergueram bandeiras, que rasgaram o seu coração, que ainda criança, pulsava invisível e sereno, entre as matas desse sertão.

Mostre que sempre foste um sentimento, sonho e predestinação, por ser de fato o centro, deste imenso florão e que da colônia ao império, adormeces-te em ideais, como um ponto de vista de quem enxergou à frente, além da própria visão pois viste correr o tempo, entre tormentas, revoltas e insurreições e que da tempestade, sentiste os novos ventos, que ainda que tarde sopraram a liberdade e que após “o brado forte e retumbante”, o patriarca te batiza, de Brasília, afinal.

Que da inquietude da República foste sempre um desejo, a ânsia de realizar, e foi assim disposta na carta magna, como um vislumbre, um definitivo olhar. Viste então a missão científica, em grande marcha para o Oeste desbravar, e a medida que ela avança, abrindo a terra agreste e mansa, veio então te visitar.

Traçaram em seu planalto, um quadrilátero, entre as tortas árvores do cerrado, fauna e flora a se revelar e das entranhas do seu solo rubro, rochas cristalinas que apontam e despontam ao sol a brilhar, de suas veredas, um seio que esbanja ricos mananciais, desnuda o seu berço esplêndido e líquido, sul e norte a desaguar.

Por fim um marco te fecunda a terra, como sêmem de pedra, que do alto da serra vigia teu sono derradeiro e sob o imenso céu a contemplar o cruzeiro faz seu ventre guardar ternamente, o alvorecer do novo tempo brasileiro.

Mas eis que do horizonte faz luzir a modernidade como um raio intenso e verdadeiro e de minas sopra “Venturis”, varrendo os anos dourados, de esperança e prosperidade, e JK segue adiante, acordando enfim, o gigante, com seu ímpeto aventureiro.

E um país se redescobre ao mirar-se no espelho do futuro, é o querer, a coragem, o poder e fazer... E uma caravana parte, épica, qual êxodo caboclo, epopéia de pioneiros, desterrados candangos, operários guerreiros, vários Brasis, num só Brasil que se juntam a construir e a crescer...

De uma cruz esboçada em papel, ergue-se em aço uma cidade, elevando-se ao céu em silhueta de arrojo, um prodígio em traços simétricos, de volume e equilíbrio, abstrata e concreta, o contraste. Brasília nasce, num parto de vitória sobre as mentes conformistas e se faz triunfo de Juscelino, de Lúcio e Oscar, viva e ávida, pássaro dos sonhos, o próprio sonho querendo voar. E se mostra assim, branca de luz de sol de abril, de tantas mentes, de tantos braços, tanto suor, tantas lágrimas, de tantos, de todos nós, do Brasil!

Hoje, do Sonho à realidade, ela brilha! E a cada alvorada, se reinventa e re-existe, virtual e jovem, eclética e mística, cidade criança e da esperança, a “esquina do Brasil”, Babel de sotaques, mistura, um caldeirão cultural, alfabética e numérica, superlativa, absoluta, sintética, artística, letra e música, Bossa, nova, nossa, capital... Somos todos partes desse corpo, da nave-mãe de asas abertas em seu imenso abraço norte e sul, como ave que hoje voa em nosso mundo encantado, a terra do carnaval.

Somos todos “candangos” a construir um sonho, somos “calangos” irmãos sob o mesmo céu estrelado, somos você, Brasília, nas asas de um Beija-Flor que vêm te beijar agora, como se fosse flor, A flor do cerrado!

Alexandre Louzada, Fran Sérgio, Laíla e Ubiratan Silva

Comissão de Carnaval

2010

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Tim Maia

Gostava Tanto de Você


O Descobridor dos Sete Mares


Vale Tudo

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Alcione

Você Me Vira a Cabeça


Não deixe o samba morrer e Sufoco com Beth Carvalho


O Que Eu Faço Amanhã

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Chico Buarque

Roda Viva


O que será, com Milton Nascimento


O meu amor

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Patricia Camin

Divulgação do CD da Patricia




Cd Patrícia Camin

A Som Livre apresenta ao grande público a vencedora do concurso “A Voz da Profissão”, promovido pelo Domingão do Faustão: Patrícia Camin. Dona de um estilo próprio, uma voz marcante e um olhar penetrante, a cabeleireira, que nas horas vagas canta, ganhou como prêmio o direito de gravar um CD pela Som Livre ao vencer, no dia 28/7/2008, o concurso “A Voz da Profissão”. O quadro tinha como objetivo descobrir novos talentos através da disputa entre pessoas que não trabalhavam diretamente com música. Embora fosse cabeleireira, o talento de Patrícia Camin como cantora já havia sido reconhecido por outros programas de auditório, como no “Programa Raul Gil”, onde foi convidada a gravar uma faixa no CD “Usina de Talentos”, e no “Melhor do Brasil”, onde permaneceu invicta por 10 semanas e ganhou o título de “Melhor Cantora do Brasil”. O disco de 11 faixas, todas elas belíssimas releituras de canções de sucesso, é a chance de Patrícia Camin se consolidar como cantora. Confira mais esse novo talento descoberto pelo Domingão do Faustão!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Marisa Monte

Não é Fácil


Eu te amo,te amo, te amo


Flores, com Titãs

domingo, 24 de janeiro de 2010

Gonzaguinha

Sangrando


Explode Coração, com Maria Bethânia


É - O que é, o que é

sábado, 23 de janeiro de 2010

Thalita Pertuzzatti

Deus é maior


Amigo [Oh! Glória]


Sonda-me, Usa-me

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Patrícia Pilar

Melhores Momentos da novela A FAVORITA:


Trajectória / Carreira:


No Domingão do Faustão:

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Presença de Anita - O Filme

Presença de Anita é uma adaptação cinematográfica do livro homônimo de Mário Donato, dirigida em 1951 por Ruggero Jacobbi.
Produzido pela Cinematográfica Maristela, tem música de Enrico Simonetti.
Sinopse
Num leito de hospital, Eduardo, homem casado, lembra seu envolvimento com a jovem Anita, até o trágico desfecho.











quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Cazuza

Cazuza e Gal cantando Brasil em 1989:


Ideologia:


Burguesia:

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Cássia Kiss

Cena do último capítulo de Roque Santeiro (1985):


Em Por Amor, com Susana Vieira (1997):


Em Esplendor (2000):

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Camila Pitanga



Em Paraíso Tropical:


Cantando com Roberto Carlos:

domingo, 17 de janeiro de 2010

Sandy

Entrevista da cantora Sandy Leah à Fernanda Young no programa Irritando Fernanda Young, do GNT.
26/05/2008




sábado, 16 de janeiro de 2010

Riacho Doce

Riacho Doce é uma minissérie exibida pela Rede Globo nos dias de 31 de julho a 5 de outubro de 1990 com duração de 40 capítulos. Escrita por Aguinaldo Silva e Ana Maria Moretzsohn, com a colaboração de Márcia Prates e dirigida por Paulo Ubiratan, Reynaldo Boury e Luis Fernando Carvalho foi baseada no romance homônimo de José Lins do Rego.

A produção executiva foi de Maria Alice Miranda, direção de planejamento de José Roberto Sansevereino, produção de arte de Cristina Médicis, cenografia de Mário Monteiro, figurino de Beth Filipecki, imagens submarinas de Wandick, direção de imagem de Antônio Mizziara, trilha incidental de Ary Sperling e André Sperling, direção musical de Mariozinho Rocha e produção executiva de Paulo Ubiratan.



TRAMA

A história começa com a chegada de Eduarda e Carlos a uma pequena cidade de pescadores onde Carlos tenta resgatar a carga de um navio naufragado. Trata-se de um trabalho misterioso e que provoca suspeitas na comunidade local, liderada por vó Manuela, uma mulher poderosa e mística, que prepara seu neto, Nô, para herdar seu poder. Para isto ela fechou seu corpo, impedindo-o de amar qualquer mulher. Eduarda, porém desafia seus desígnios. Mulher de horizontes mais amplos e que já enfrentou sérias crises existenciais, Eduarda percebe a luminosidade e a natureza desta cidade como uma nova oportunidade para refazer sua vida. E, desta nova vida, Nô fará parte, apesar de vó Manuela.

Riacho Doce mostra a paixão da Eduarda por toda aquela natureza através de sua sensualidade que é despertada ao chegar na cidade. E Nô simboliza tudo que ela procurava. Nô, aliás, desperta paixões em todas as mulheres da cidade, mas não se envolve com nenhuma. Até conhecer Eduarda. Essa primeira atração desencadeia conflitos - Nô chega a odiar esta mulher que invadiu sua vida e fez com que ele sentisse emoções até então estranhas. Além disso, o marido de Eduarda, Carlos, e Silveira e Helena (Ewerton de Castro e Beth Goulart) também não entendem a forma com que Eduarda se integrou àquele pobre cotidiano. Percebendo todas essas questões, a sábia vó Manuela prevê fatos e reações porque conhece a natureza humana.


ELENCO

* Vera Fischer – Eduarda
* Carlos Alberto Riccelli – Nô
* Fernanda Montenegro – Vó Manuela
* Herson Capri – Carlos
* Luiza Tomé – Francisca
* Denise Milfont – Teresinha
* Nelson Xavier – Capitão Laurindo
* Ewerton de Castro – Silveira
* Beth Goulart – Helena
* Suzy Rego – Cristina
* Roberto Frota – Juca
* Pedro Vasconcelos – Lucas
* Osmar Prado - Neco de Lourenço
* Jofre Soares - José Divina
* Lu Mendonça - Hermínia
* Valéria Alencar - Luzia
* Rômulo Arantes - Julião
* Fábio Junqueira - Frei Hans
* Alethea Miranda - Elvira
* Tatiana Toffoli - Cristina
* Ana Rosa - Josefa
* Chiquinho Brandão - Pedro
* Sebastião Vasconcellos - Fabiano
* Juliana Martins - Dora
* Adriana Canabrava - Miguelina
* Eduardo Filipe - Chico da Joaninha


Abertura:





Cenas com Fernanda Montenegro:




Cena em que Pedro tenta matar Luzia e Francisca e que acaba acertando em Lucas:

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Vera Fischer

Vera Fischer nasceu em Blumenau, Santa Catarina, em 27 de novembro de 1951.

Filha de descendentes alemães, Vera Fischer explodiu no cenário brasileiro ao vencer o concurso de Miss Brasil em 1969, ainda menor de 18 anos, e ficar entre as 15 finalistas do Miss Universo. O título lhe abre as portas da TV e ela torna-se conhecida do grande público televisivo como jurada do programa Flávio Cavalcante.

Vera Fischer estréia no cinema em 1972, no filme ‘Sinal Vermelho – As Fêmeas’, de Fauzi Mansur. Sucesso nacional, a atriz torna-se musa das pronochanchadas – onde brilha em seis filmes - símbolo sexual e uma das mulheres mais desejadas do Brasil.

Em 1977, chega às novelas, em ‘Espelho Mágico’, na Globo, emissora em que se mantém até hoje como uma de suas principais estrelas.

Os anos 80 serão fundamentais para a carreira de Vera Fischer, período em que investe na sua formação de actriz, actua no teatro e participa de filmes que não explorem apenas seus atributos físicos. Depois de ‘Perdoa-me por me Traíres’, de Braz Chediak, explode outra vez nas telas em 1981, em ‘Eu te Amo’, de Arnaldo Jabor, filme que reúne duas deusas no elenco: Vera e Sónia Braga. No ano seguinte, Vera Fischer integra a galeria de Walter Hugo Khouri, em ‘Amor Estranho Amor’, e se torna uma de suas musas actuando também em ‘Amor Voraz’ e ‘Forever’. Em 1997, se empenha para interpretar Neusa Suely, a personagem de Plínio Marcos de ‘Navalha na Carne’, em nova adaptação cinematográfica, dessa vez dirigida por Neville d’Almeida.

Vera Fischer actuou nos filmes:

- ‘Sinal Vermelho – As Fêmeas’ (1972), de Fauzi Mansur;
- ‘A Super Fêmea’ (1973), de Aníbal Massaini Neto;
- ‘Anjo Loiro’ (1973), de Alfredo Sternheim;
- ‘Macho e Fêmea’ (1974), de Ody Fraga;
- ‘Essa Gostosa Brincadeira a Dois’ (1974), de Victor di Mello;
- ‘As Delícias da Vida’ (1974), de Maurício Rittner;
- ‘Intimidade’ (1975), de Michael Sarne e Perry Salles;
- ‘Perdoa-me por me Traíres’ (1980), de Braz Chediak;
- Eu Te Amo’ (1981), de Arnaldo Jabor;
- ‘Bonitinha mas Ordinária’ (1981), de Braz Chediak;
- ‘Amor Estranho Amor’ (1982), de Walter Hugo Khouri;
- ‘Dora Doralina’ (1982), de Perry Salles;
- ‘Quilombo’ (1984), de Carlos Diegues;
- ‘Amor Voraz’ (1984), de Walter Hugo Khouri;
- ‘Doida Demais’ (1989), de Sérgio Rezende;
- ‘Forever’ (1991), de Walter Hugo Khouri;
- ‘Navalha na Carne’ (1997), de Neville d’Almeida;
- ‘Xuxa e os Duendes 2 – No Caminho das Fadas’ (2002), de Rogério Gomes e Paulo Sérgio Almeida.

Na TV, teve destaque nas novelas "Mandala", "Laços de Família", "Agora é que são elas", "Senhora do Destino" e "América".

Participou também das minisséries "Desejo", "Riacho Doce", "Agosto" e "Amazônia - De Galvez a Chico Mendes".

No teatro, atuou em "Porcelana Fina" (2006); "A Primeira Noite de Um Homem" (2004); "Gata em Teto de Zinco Quente" (1998); Desejo (1991); "Macbeth" e "Negócios de Estado".

Foi casada com os actores Perry Salles, com quem tem a filha Rafaela, e Felipe Camargo, com quem tem o filho Gabriel.

Em 2008, faz uma participação na novela "Duas Caras", da Rede Globo.

Vera Fisher, em 2009, participa da novela "Caminhos da Índia".





quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Malhação

Abertura de 1995:


Chamada de estreia de Malhação 1995:



O primeiro capítulo de Malhação:


A primeira temporada do seriado adolescente Malhação foi produzida e exibida pela Rede Globo, entre 24 de abril de 1995 e 29 de março de 1996, às 17h30.

A história foi "Está no ar", escrita por Andréa Maltarolli, Patrícia Moretzsohn, Márcia Prates e Emanuel Jacobina, com roteiro final de Charles Peixoto, direção de Leandro Neri e Flávio Colatrello Jr., e direção-geral de Roberto Talma. Teve supervisão de texto de Ricardo Linhares e Ana Maria Moretzsohn.


A primeira fase de Malhação teve como cenário uma fictícia academia de ginástica situada na Barra da Tijuca, que deu nome ao programa. Héricles é um rapaz ingênuo do interior que vai para o Rio de Janeiro e acaba arranjando um emprego na academia, onde conhece Isabella, uma linda bailarina. Os dois formam o par romântico da temporada.

Paula é a dona da Academia Malhação, e sofre nas mãos dos filhos adolescentes, Fabinho e Luiza. Luiza é apaixonada por Dado, o professor de artes marciais da academia. No entanto, ele a vê apenas como uma criança. Já Fabinho, começa a mostrar os primeiros sinais da puberdade e se mete em muitas confusões com seu amigo Bróduei, trabalhador na cantina da academia.

Outro personagem de destaque é Mocotó, um mulherengo assumido. É frequentador assíduo das aulas da academia nas quais haja meninas presentes.

Racismo, prevenção à AIDS, virgindade masculina, direitos e deveres de cada cidadão, gravidez na adolescência, brigas de gangues, pais separados, uso de anabolizantes, tabagismo e muitos outros temas sócio-educativos estão presentes em Malhação 1995.


ELENCO

Protagonistas

* Danton Mello - Hercules Barreto
* Juliana Martins - Isabella "Bella" Bittencourt

Antagonistas

* Carolina Dieckmann - Juliana "Juli" Siqueira
* Luigi Baricelli - Romão Macieira

Outros personagens

* Sílvia Pfeifer - Paula
* Fernanda Rodrigues - Luiza
* Cláudio Heinrich - Eduardo "Dado" Siqueira Júnior
* Nico Puig - Raul "bad boy"
* Ana Paula Tabalipa - Tainá
* André Marques - Alexandre "Mocotó" Ferreira
* Carla Ceccato - Raquel
* Bruno de Lucca - Fábio "Fabinho" Gonzalez Filho
* Dill Costa - Candelária
* Ademir Zanyor - Israel
* Carla Regina - Jane
* Márcio Vito - Hiponga
* Nair Bello - Olga Prata
* Marcelo Garcia - Zeca
* John Herbert - Nabucodonosor "Nabuco" Pereira
* Mário Gomes - Roberto
* Pablo Uranga - Léo
* Mônica Areal - Tininha
* Marcelo Faustini - Juca
* Viviane Novaes - Lúcia
* Fabiano Nogueira - Pedrão
* Gustavo Long - Bruno
* Gisele Fraga - Lola
* Daniela Pessoa - Magali

Apresentando

* Duda Nagle - Gabriel
* Maria Flor - Nininha






quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Ana Carolina

Outra Vez:


Cabide com Ivete Sangalo:


Evidências:

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

sábado, 2 de janeiro de 2010

Maysa - Quando Fala o Coração (Abertura)





ELENCO:

em ordem da abertura da minissérie
Larissa Maciel como Maysa Figueira Monjardim (Maysa Matarazzo) ↓
Ator ↓ Personagem ↓
Pablo Bellini Miguel Azanza
Melissa Vettore Gabriela
Simone Soares Nina (Miss Turquia)
Beto Matos Régis
Caio Sóh Guto (Augusto)
Cristiane Carniato Marlene
Cristine Perón Beta
Fátima Montenegro Yvone
Rogério Falabella Andrea Matarazzo
Maria Salvadora


Apresentando
Ator ↓ Personagem ↓
André Matarazzo Jayme Monjardim (criança)
Jayme Matarazzo Jayme Monjardim (jovem)


Participações especiais
Ator ↓ Personagem ↓
Nelson Baskerville Monja (Alcebíades Monjardim)
Ângela Dip Inah Monjardim
Marat Descartes Carlos Alberto


Priscilla Rozenbaum como "Ana" ↓
Mateus Solano como "Ronaldo Bôscoli"
Eduardo Semerjian como "André Matarazzo"
Denise Weinberg como "Amália"

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Maysa - Quando Fala o Coração (Brevemente!)




Maysa - Quando Fala o Coração foi uma minissérie brasileira produzida pela Rede Globo e escrita por Manoel Carlos, com colaboração de Ângela Chaves, Maria Carolina e Mariana Torres; que retratou a vida da cantora Maysa. Além disso, teve direção geral e de núcleo de Jayme Monjardim e direcção musical de Mário Meirelles. Teve sua estréia no dia 5 de Janeiro de 2009 terminando no dia 16 de Janeiro de 2009, totalizando nove episódios.


Da menina sapeca à mãe, mulher rebelde e em busca de seus sonhos. Da época do rádio até o predomínio da televisão. A minissérie cobre toda a vida da cantora Maysa Matarazzo, e, por meio dela, é possível obter um panorama da vida brasileira no período dos anos 50, 60 e 70.

No começo dos anos 50, quando a cantora ainda é uma criança, vêem-se famílias conservadoras da alta sociedade. À medida que Maysa cresce, é possível ver as mudanças pelas quais o Brasil passou nesse tempo. O comportamento devia ser “adequado”, pois havia uma cobrança muito grande para isso, tanto que Maysa foi enviada para um internato em Paris quando era criança para ter uma educação digna de jovens de seu nível social.

Chegam os anos 60 e, com eles, começam as mudanças. Maysa, porém, já estava adiantada há muito tempo. Não era a menina que seus pais imaginavam, mas a que ela mesma havia criado. Seguia seus sonhos e se afirmava como uma mulher independente. Tanto é que não recebia pensão depois de divorciar-se e nem quando era casada. Não se cansava e buscou várias novidades.

Já viúva, foi para a Europa seguir sua carreira e fugir da fama que lhe perseguia aqui no Brasil, deixando seu filho num internato em Madrid por muitos e muitos anos. Encontrou vários amores e por lá ficou. Voltou e os anos 70 apareceram meio de surpresa. O sucesso continuava e o país se modernizava, enquanto isso. Era tempo do milagre econômico e as vendas de discos de Maysa se mantinham sustentáveis. No Brasil, ela abraçou de vez a carreira televisiva. Arriscou-se até em telenovelas, já famosas pela qualidade e popularidade. Mas um fim trágico ocorreu, calando para sempre a voz de uma estrela!




Curiosidades
* Jayme Monjardim é o diretor da minissérie e é filho de Maysa. Seus filhos também participaram da minissérie. Jayme Matarazzo, seu filho mais velho, o interpretará adulto (Jayme Monjardim) e, André Matarazzo, seu filho mais novo que o interpretou como criança.

* Primeiro trabalho em televisão da atriz Larissa Maciel, que interpreta a protagonista Maysa. A atriz fez tanto sucesso como a cantora Maysa, que renovou seu contrato com a Globo por mais quatro anos.

* A Globo quer apresentar a minissérie Maysa - Quando Fala o Coração logo após a novela A Favorita, que estará na sua reta final, para não repetir o mesmo erro da microssérie Capitu que marcou apenas 17 pontos na estréia.

* A estreante e protagonista Larissa Maciel, no concurso que ganhou para viver a cantora, venceu cerca de mais de 200 candidatas para conseguir o papel.

* Trechos dos diários da cantora podem ser vistos na minissérie. Além disso, a narrativo não é linear e a voz da cantora foi usada. O diretor musical Mário Meirelles teve a ideia de colocar trechos de músicas, sendo dubladas por Larissa Maciel, ao invés da actriz cantar, como estava previsto.

* Mesmo sendo transmitida em um horário diferente, após o Globo Repórter, a minissérie continuou marcando altos índices: 24 pontos e o Globo Repórter, que exibia um especial com os ganhadores de todas as edições do Big Brother Brasil, registrou 35 pontos.

* O último capítulo de Maysa foi exibido das 00h10min à 01h10min. Maysa foi procedida pelo último capítulo de A Favorita, que terminou às 23h, pelo Big Brother Brasil 9, que terminou às 23h30 e ainda pelo Globo Repórter, que terminou às 00h05min. Mesmo assim, marcou uma média excelente de 23 pontos.