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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Tieta

Tieta foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida entre 14 de Agosto de 1989 e 31 de Março de 1990, no horário das 20 horas, totalizando 196 capítulos.

Foi escrita por Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares, e dirigida por Reynaldo Boury, Ricardo Waddington e Luiz Fernando Carvalho, com direcção geral de Paulo Ubiratan.

A novela foi uma adaptação televisiva do romance de Jorge Amado, intitulado Tieta do Agreste, escrito em 1977.





Sinopse

A jovem Tieta é escorraçada da cidade pelo pai, o miserável Zé Esteves, inconformado com o comportamento liberal da menina e influenciado pelas intrigas da outra filha, a invejosa Perpétua. Rejeitada e humilhada, Tieta vai para São Paulo, fugindo do conservadorismo da população da pequena cidade de Santana do Agreste, no litoral da Bahia.

Vinte e cinco anos depois, Tieta reaparece rica, exuberante e decidida a se vingar da família. No dia em que chega, o comércio se encontra fechado por causa de uma missa que está sendo rezada em sua memória. Vestida com calças de couro justíssimas, ela interrompe a celebração, chamando a atenção de todos na igreja e desfazendo o mal-entendido. Seu retorno acaba mudando a rotina de todos os moradores de Santana do Agreste. Os que a condenaram na juventude passam então a cortejá-la, seja pela sua fortuna, seja pela sua exuberância.

Para chocar ainda mais a família, Tieta se envolve com seu sobrinho seminarista Ricardo, filho da rancorosa Perpétua. Beata extremamente conservadora - sempre acompanhada das carolas Amorzinho e Cinira -, ela guarda em seu armário uma misteriosa caixa branca.

Além da trama central, histórias paralelas conferem um ar de tragicomédia à trama. Como a de Maria Imaculada, uma das "rolinhas" do coronel Artur da Tapitanga, prefeito da cidade, que dá abrigo, alfabetização e comida às meninas, em troca de favores sexuais. Só que Maria Imaculada, ao contrário das passivas "rolinhas", luta contra o monstruoso coronel em todos os momentos da trama e rejeita toda a "alfabetização" que ele fornece. Ela prefere ficar ignorante do que aprender a ler como as "Rolinhas". No decorrer da trama, Maria Imaculada se apaixona pelo personagem "príncipe" seminarista e puro Ricardo que serve de inspiração para as histórias de amor que conta para as "rolinhas" com quem divide a casa. Ela nutre amor platônico por ele durante toda a trama. Ela sofre quando ele finda se apaixonando pela própria tia. Mas, no fim da trama, Ricardo finalmente casa-se com Maria Imaculada com o consentimento da própria Tieta. Já Carol é amante do coronel Modesto Pires, que a trata por "teúda e manteúda" tem uma história mais sofrida, mas no fim termina bem.

Sempre amparadas por Tieta, Tonha e Carmosina - filha da misteriosa Dona Milú - são suas amigas inseparáveis. A primeira consegue, com sacrifício, se libertar da perversidade de seu marido, o pai de Tieta, e se transforma numa estonteante mulher. Já a segunda descobre o amor e o sexo na maturidade.

Os Cavaleiros do Apocalipse são o grupo formado pelos inseparáveis amigos Timóteo - o galã que se sente frustrado por não ser mais solteiro, já que é casado com Elisa -; Amintas, dono de uma casa de materiais de construção; Ascânio, que retorna à cidade desejando promover o progresso; e Osnar, ex-amante de Tieta e o mais conquistador do grupo.


Elenco

* Betty Faria - Tieta (Antonieta Esteves)
* Joana Fomm - Perpétua Esteves
* José Mayer - Osnar
* Reginaldo Faria - Ascânio Trindade
* Lídia Brondi - Leonora
* Cássio Gabus Mendes - Ricardo
* Yoná Magalhães - Tonha
* Arlete Salles - Carmosina
* Ary Fontoura - Coronel Artur da Tapitanga
* Paulo José - Gladstone
* Armando Bógus - Modesto Pires
* Marcos Paulo - Arturzinho da Tapitanga (Mirkos Stephano)
* Luciana Braga - Imaculada
* Tássia Camargo - Elisa
* Paulo Betti - Timóteo
* Sebastião Vasconcelos - Zé Esteves
* Lília Cabral - Amorzinho
* Rosane Gofman - Cinira
* Cláudio Corrêa e Castro - Padre Mariano
* Miriam Pires - Dona Milú
* Luiza Tomé - Carol
* Bete Mendes - Aída
* Benvindo Siqueira - Bafo de Bode
* Elias Gleizer - Jairo
* Roberto Bonfim - Amintas
* Otávio Augusto - Marcolino Pitombo
* Ana Lúcia Torre - Juracy Pitombo
* Renato Consorte - Chalita
* Flávio Galvão - Comandante Dário
* Cláudia Alencar - Laura
* Cláudia Magno - Silvana
* Françoise Forton - Helena
* Liana Duval - Rafa (Rafaela)
* Paulo César Grande - Rosalvo
* Iara Jamra - Assuntinha Ferreira
* Roberto Frota - Leôncio
* Maria Helena Dias - Zuleica Cinderela
* Cristina Galvão - Filomena
* Ênio Santos - Seu Terto
* Danton Mello - Peto (Cupertino)
* Renata Castro Barbosa - Letícia
* Cidinha Milan - Cora
* Chaguinha - Pirica
* Andrea Paola - Araci
* Simone Carvalho - Bebe
* Jorge Dória - Pastor Possidônio Antunes

e

* Miguel Falabella - Miguel
* Rogéria - Ninete

Participações especiais na 1.ª fase

* Claudia Ohana - Tieta
* Herson Capri - Lucas
* José de Abreu - Mascate
* José Lewgoy - Leovigildo
* Adriana Canabrava - Perpétua
* Ingra Liberato - Tonha
* Leonardo Brício - Amintas
* Thaís de Campos - Carmosina
* Marcos Winter - Osnar
* Edson Fieschi - Ascânio
* Marília Barbosa - Cláudia Bruno

sábado, 29 de agosto de 2009

Tieta

Abertura:


Tieta é expulsa a pauladas da cidade:


O Retorno de Tieta:



Tonha Regressa á cidade como uma nova mulher:


Tieta arranca a peruca de Perpétua:


Tieta com caixa de Perpétua:


Tieta Se Despede Das Dunas:


Final:

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

As Melhores Vilãs das Novelas 1

Perpétua (Joana Fomm) em "Tieta":


Maria Altiva (Eva Wilma) em "A Indomada":


Laurinha Figueroa (Glória Menezes) em "Rainha da Sucata":


Ângela Vidal (Cláudia Raia) em "Torre de Babel":


Odete Roitman (Beatriz Segall) em "Vale Tudo":


Nazaré (Renata Sorrah) em "Senhora do Destino":

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Claudia Ohana











Cláudia Ohana, nome artístico de Maria Cláudia Carneiro Silva (Rio de Janeiro, 6 de fevereiro de 1963) é uma atriz de origem luso-brasileira sefardi. Filha de Nazareth Ohana com o pintor Arthur José Carneiro.

É filha da montadora de cinema Nazareth Ohana, falecida em 1978, e do pintor Arthur José Carneiro. Tem uma irmã mais velha chamada Cristina e é meia-irmã do escritor João Emanuel Carneiro.

Iniciou a carreira no cinema em 1979, em Amor e traição. Depois faria outros filmes conhecidos, como Menino do Rio (1982), Erendira (1983), Ópera do Malandro (1985), Luzia homem (1987), Kuarup (1989) e Erotique (1994).

Na TV, sua primeira aparição foi no seriado Obrigado, Doutor, em 1981. Depois ela atuaria nas novelas Amor Com Amor se Paga, em 1984 e Tieta, em 1989, onde fez uma curta participação como Tieta moça. Atuou também nas novelas Fera Ferida (1993/1994), A Próxima Vítima (1995), Zazá (1997) e As Filhas da Mãe (2001). Porém, a novela mais marcante de sua carreira foi Vamp, onde ela vivia a vampira roqueira Natasha, sua personagem de maior sucesso entre o público. Para a trilha dessa novela, ela mesma cantou "Sympathy for the devil" dos Rolling Stones. Ela afirmou que, na época de Vamp, mal podia sair de casa, devido ao assédio dos fãs, e que começou a gostar de trabalhar na TV graças a essa novela. Trabalhou na primeira fase de Canavial de Paixões, no SBT, o único trabalho fora da Rede Globo.

No teatro, sua primeira peça foi Rock Horror Show, mas outra peça de destaque foi Carmen.

Claudia posou para a Playboy Brasil em 1985 e em novembro de 2008 (n. 402).

Foi casada com diretor Ruy Guerra entre os anos de 1981 e 1984, com quem teve uma filha chamada Dandara Guerra, nascida a 10 de Outubro de 1983, e também atriz. Claudia é avó de Martim, nascido a 24 de Maio de 2005.

sábado, 22 de março de 2008

Betty Faria



Betty Faria é uma das actrizes mais importantes da televisão brasileira. No entanto, o veículo onde ela explora melhor todas as suas potencialidades é o cinema, declaradamente a grande paixão da actriz. Desde sua estreia na década de 60 que Betty Faria é presença constante nas telas e em filmes expressivos. A actriz costuma brincar, dizendo que o cinema brasileiro é o seu grande príncipe e que ela está sempre disponível para ele, a espera de convites.Trabalhou na produção de `Jubiabá`, de Nelson Pereira dos Santos, e por isso conhece os dois lados, sabe as dores e as delícias de se fazer cinema no Brasil.

Bailarina, Betty Faria marcou presença em revistas musicais no inicio da carreira, com trabalhos para o mitológico Carlos Machado. Muito anos depois, protagonizou o programa ``Brasil Pandeiro´, na Globo, em que homenageava o teatro de revista. Desenvolveu uma carreira importante nas novelas em marcos como `Pecado Capital´ e em muitas outras, mas é o cinema que revela em tamanho exacto o talento da actriz, que mistura em suas interpretações um certo ar malandro e uma entrega absoluta e apaixonada, de quem realmente ama o cinema.

Premiada e homenageada pelos nossos Festivais, Betty Faria já actuou até agora em cerca de 20 filmes. Estreou no cinema nos anos 60 em `O Beijo, de Flávio Tambellini, marca presença no Cinema Marginal, e tem seu primeiro grande papel em `A Estrela Sobre`, de Bruno Barreto, em 1974. Durante a carreira, a atriz teve a felicidade de interpretar pelo menos quatro personagens inesquecíveis: a Leniza Mayer de `A Estrela Sobe`, a Salomé de `Bye Bye Brasil´, a Fausta de `Romance da Empregada` e a Dália de `Anjos do Arrabalde`. `Romance da Empregada´ é o melhor filme de Bruno Barreto – na época, a interpretação da actriz fez sucesso no Festival de Cannes. Já `Bye Bye Brasil´ e um dos nossos maiores clássicos.

- `O Beijo` (1964), de Flávio Tambellini;
- `Amor e Desamor´ (1965), de Gerson Tavares;
- `A Lei do Cão´ (1967), de Jece Valadão;
- `As Sete Faces de um Cafajeste´ (1968), de Jece Valadão;
- ``Piranhas do Asfalto´ (1970), de Neville D´Almeida;
- `Os Monstros do Babaloo´ (1970), de Elyseu Visconti;
- `Som, Amor e Curtição´ (1972), de J.B. Tanko;
- `A Estrela Sobe` (1974), de Bruno Barreto;
- `O Casal´ (1975), de Daniel Filho;
- `Dona Flor e Seus Dois Maridos´ (1976), de Bruno Barreto;
- `O Cortiço` (1978), de Francisco Ramalho Jr.;
- `Bye Bye Brasil` (1979), de Carlos Diegues;
- `O Bom Burguês` (1983), de Oswaldo Caldeira;
- `Jubiabá` (1987), de Nelson Pereira dos Santos;
- `Anjos do Arrabalde` (1986), de Carlos Reichenbach;
- `Um Trem Para as Estrelas` (1987), de Carlos Diegues;
- `Romance da Empregada` (1988), de Bruno Barreto;
- `Lili, A Estrela do Crime` (1989), de Lui Farias;
- `Perfume de Gardênia` (1995), de Guilherme de Almeida Prado;
- `For All, O Trampolim da Vitória` (1997), de Buza Ferraz e Luiz Carlos Lacerda;
- `Sexo, Amor e Traição' (2004), de Jorge Fernando;
- `Bens Confiscados' (2004), de Carlos Reichenbach.