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segunda-feira, 4 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
A Casa das Sete Mulheres - Abertura
Elenco
-
- em ordem da abertura da minissérie
| Actor | Personagem |
|---|---|
| Thiago Lacerda | Giuseppe Garibaldi |
| Giovanna Antonelli | Anita Garibaldi |
| Werner Schünemann | Bento Gonçalves |
| Camila Morgado | Manuela de Paula Ferreira |
| Daniela Escobar | Perpétua |
| Marcello Novaes | Inácio |
| Mariana Ximenes | Rosário |
| Thiago Fragoso | Estevão |
| Samara Felippo | Mariana |
| Tarcísio Filho | Gerneral Neto |
| Murilo Rosa | Corte Real |
| Dalton Vigh | Luigi Rossetti |
| Ângelo Antônio | Tito Lívio Zambeccari |
| Ana Beatriz Nogueira | Dona Rosa |
| Zé Victor Castiel | Chico Mascate |
| Heitor Martinez | João Gutiérrez |
| Rosi Campos | Consuelo |
| Maurício Gonçalves | Terêncio |
| Marcos Barreto | Paulo |
| Arieta Corrêa | Bárbara |
| Juliana Paes | Teiniaguá |
| Dado Dolabella | Bentinho |
| Carla Regina | Tina |
| Bruno Gagliasso | Caetano |
| Amandha Lee | Luzia |
| Mariah da Penha | Viriata |
| Mary Sheyla | Beata |
| André Luiz Miranda | Netinho |
| Lafayette Galvão | Padre |
| Carmo Dalla Vecchia | Batista |
| Fábio Dias | Bilbao |
| Ricardo Herriot | John Griggs |
| Oscar Simch | Davi Canabarro |
| Roberto Bomtempo | Manuel Aguiar |
| André Mattos | Pedro Boticário |
| Tarciana Saad | Anahy |
- As Crianças
| Actor | Personagem |
|---|---|
| Carla Diaz | Angélica |
| Carlos Machado Filho | Leão |
| Sérgio Vieira | Marco Antônio |
| Pedro Malta | Marco Antônio (criança) |
| Lucas Rocha | Leão (criança) |
| Beatriz Browne | Angélica (criança) |
| Maria Mariana | Aninha |
- Apresentando
| Actor | Personagem |
|---|---|
| Sabrina Greve | Teresa |
| Theodoro Cochrane | Pedro |
| Viviane Porto | Zefina |
| Manuela do Monte | Joana |
| Christiane Tricerri | Quitéria |
| Bukassa Kabengele | Zé Pedra |
| Douglas Simon | Teixeira Nunes / Gavião |
- Actrizes Convidadas
| Actor | Personagem |
|---|---|
| Nívea Maria | Dona María Gonçalves |
| Bete Mendes | Dona Ana Joaquina |
| Eliane Giardini | Dona Caetana |
| Jandira Martini | Dona Antônia |
| Ariclê Perez | Madre Cecília |
- Actores Convidados
| Actor | Personagem |
|---|---|
| Rodrigo Faro | Joaquim (Quincas) |
| Antônio Pompeo | João Congo |
| Zé Carlos Machado | Anselmo |
| Sebastião Vasconcelos | Tio António |
| Othon Bastos | Domingos Crescêncio |
- Participação Especial
| Ney Latorraca como Araújo Ribeiro |
| Luís Melo como Bento Manuel |
| José de Abreu como Onofre Pires |
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
A Casa das Sete Mulheres
A Casa das Sete Mulheres foi uma minissérie brasileira produzida pela Rede Globo e exibida entre 7 de janeiro e 8 de abril de 2003, às 23 horas, totalizando 52 capítulos.
Foi escrita por Maria Adelaide Amaral e Walter Negrão, com colaboração de Lúcio Manfredi e Vincent Villari, baseada no romance homônimo da escritora gaúcha Letícia Wierzchowski, e dirigida por Teresa Lampreia, com direção geral de Jayme Monjardim e Marcos Schechtmann, e direção de núcleo de Jayme Monjardim.
A minissérie apresentou Thiago Lacerda, Giovanna Antonelli, Werner Schünemann, Eliane Giardini e Camila Morgado como protagonistas, vivendo seus personagens figuras verídicas, que complementaram a história do país, sendo os mesmos, grandes ícones nacionais.

A minissérie e o romance
Na adaptação do romance de Letícia Wierzchowski para a televisão, os autores e a emissora tomaram algumas liberdades que, no entender de estudiosos da cultura gaúcha, foram excessivas.
O romance ressalta o caráter conservador na educação das filhas dos estancieiros gaúchos no século XIX, e como era pobre e rotineiro seu cotidiano (especialmente na situação de confinamento em que se encontravam). Relacionamentos amorosos eram tratados com recato. Já na minissérie, o comportamento das personagens femininas pouco se diferencia do comportamento das mulheres nas novelas ambientadas no Rio de Janeiro do século XXI.
O isolamento das sete mulheres é enfatizado no romance e é essencial para o desenvolvimento dramático e psicológico das personagens. Visitas eram esporádicas; os acontecimentos externos permaneciam distantes; só ficavam conhecidos por meio de cartas e mensageiros. Na minissérie, para manter o interesse do público, a casa é palco de frequentes encontros e festas, e as personagens se envolvem diretamente em episódios da revolução.
O relacionamento de Manuela e Garibaldi foi descaracterizado. No romance, ambos rompem porque Manuela, uma personagem real, não teve coragem de deixar a casa e acompanhá-lo. Sofreu o resto da vida por isso: nunca se casou e teve uma vida solitária, sendo apontada nas ruas de Pelotas, onde foi morar, como a noiva de Garibaldi. No romance, Anita é apenas citada, de passagem.
Na minissérie, após o rompimento ter sido mostrado tal como no romance, Manuela, ao saber do novo relacionamento de Garibaldi, vai a seu encontro, enfrenta Anita e se envolve nos combates da Revolução Farroupilha. Sem transição, torna-se uma personagem forte e decidida. Toma a decisão que Garibaldi esperava dela, e no romance não teve coragem de tomar.
Esta mudança não passou despercebida dos espectadores da minissérie que, em centenas de cartas e mensagens eletrônicas, pediam aos autores que no final Garibaldi e Manuela ficassem juntos. Isso levou outro espectador a comentar ironicamente que, se era para distorcer fatos históricos, os autores fizessem os gaúchos ganharem a Revolução Farroupilha.
Também há a mudança de humor da personagem Maria Gonçalves, que ao entender do livro, se mostra uma mulher que amava o marido e não era rabugenta com as três filhas e o filho Antônio (que nem é citado nas minissérie).
No livro é citado que Manuela tinha por volta dos seus 15 anos, diferente da Manuela da minissérie que aparenta ter no mínimo 22 anos. A ordem de nascimento no livro é assim: O mais velho é Antônio (que na minissérie nem é citado), logo em seguida vem Rosário, Mariana e depois Manuela. Na minisérie é Manuela seguida de Rosário e por fim Mariana.
Com Caetano acontece a mesma coisa, de 15 anos do livro vai parar com 19 na minisérie.
A minissérie cometeu também um deslize geográfico. A ação se passa na região de Camaquã e Cristal, no Rio Grande do Sul, entre a serra do sudeste e a costa da Lagoa dos Patos, uma planície com poucas elevações que se estende do sul de Porto Alegre até o extremo meridional do Uruguai. No entanto, aparecem seguidas cenas tomadas no cânion do Itaimbezinho, situado na serra gaúcha, em Cambará do Sul.
Foi escrita por Maria Adelaide Amaral e Walter Negrão, com colaboração de Lúcio Manfredi e Vincent Villari, baseada no romance homônimo da escritora gaúcha Letícia Wierzchowski, e dirigida por Teresa Lampreia, com direção geral de Jayme Monjardim e Marcos Schechtmann, e direção de núcleo de Jayme Monjardim.
A minissérie apresentou Thiago Lacerda, Giovanna Antonelli, Werner Schünemann, Eliane Giardini e Camila Morgado como protagonistas, vivendo seus personagens figuras verídicas, que complementaram a história do país, sendo os mesmos, grandes ícones nacionais.

A minissérie e o romance
Na adaptação do romance de Letícia Wierzchowski para a televisão, os autores e a emissora tomaram algumas liberdades que, no entender de estudiosos da cultura gaúcha, foram excessivas.
O romance ressalta o caráter conservador na educação das filhas dos estancieiros gaúchos no século XIX, e como era pobre e rotineiro seu cotidiano (especialmente na situação de confinamento em que se encontravam). Relacionamentos amorosos eram tratados com recato. Já na minissérie, o comportamento das personagens femininas pouco se diferencia do comportamento das mulheres nas novelas ambientadas no Rio de Janeiro do século XXI.
O isolamento das sete mulheres é enfatizado no romance e é essencial para o desenvolvimento dramático e psicológico das personagens. Visitas eram esporádicas; os acontecimentos externos permaneciam distantes; só ficavam conhecidos por meio de cartas e mensageiros. Na minissérie, para manter o interesse do público, a casa é palco de frequentes encontros e festas, e as personagens se envolvem diretamente em episódios da revolução.
O relacionamento de Manuela e Garibaldi foi descaracterizado. No romance, ambos rompem porque Manuela, uma personagem real, não teve coragem de deixar a casa e acompanhá-lo. Sofreu o resto da vida por isso: nunca se casou e teve uma vida solitária, sendo apontada nas ruas de Pelotas, onde foi morar, como a noiva de Garibaldi. No romance, Anita é apenas citada, de passagem.
Na minissérie, após o rompimento ter sido mostrado tal como no romance, Manuela, ao saber do novo relacionamento de Garibaldi, vai a seu encontro, enfrenta Anita e se envolve nos combates da Revolução Farroupilha. Sem transição, torna-se uma personagem forte e decidida. Toma a decisão que Garibaldi esperava dela, e no romance não teve coragem de tomar.
Esta mudança não passou despercebida dos espectadores da minissérie que, em centenas de cartas e mensagens eletrônicas, pediam aos autores que no final Garibaldi e Manuela ficassem juntos. Isso levou outro espectador a comentar ironicamente que, se era para distorcer fatos históricos, os autores fizessem os gaúchos ganharem a Revolução Farroupilha.
Também há a mudança de humor da personagem Maria Gonçalves, que ao entender do livro, se mostra uma mulher que amava o marido e não era rabugenta com as três filhas e o filho Antônio (que nem é citado nas minissérie).
No livro é citado que Manuela tinha por volta dos seus 15 anos, diferente da Manuela da minissérie que aparenta ter no mínimo 22 anos. A ordem de nascimento no livro é assim: O mais velho é Antônio (que na minissérie nem é citado), logo em seguida vem Rosário, Mariana e depois Manuela. Na minisérie é Manuela seguida de Rosário e por fim Mariana.
Com Caetano acontece a mesma coisa, de 15 anos do livro vai parar com 19 na minisérie.
A minissérie cometeu também um deslize geográfico. A ação se passa na região de Camaquã e Cristal, no Rio Grande do Sul, entre a serra do sudeste e a costa da Lagoa dos Patos, uma planície com poucas elevações que se estende do sul de Porto Alegre até o extremo meridional do Uruguai. No entanto, aparecem seguidas cenas tomadas no cânion do Itaimbezinho, situado na serra gaúcha, em Cambará do Sul.
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